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  1. #1
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    Epoca de Vestibular... textos bons sobre os assuntos atuais? poste aqui!!

    Bom galera, muita gente aqui com certeza vai prestar vestibular nesse mes... seria uma boa, quem tiver algo interessante sobre os atuais assuntos, postar aqui para nos ajudarmos em nossas redaçoes =D

    Alguem tem algo a oferecer? \o/
    Acho q algum topico com conteudo com o intuito de ajudar a todos os vestibulandos, nao vai atrapalhar o forum

  2. # Publicidade
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  3. #2
    Suspenso
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    a cada 4 horas um jovem negro morre violentamente em sao paulo.

  4. #3
    Membro Avatar de toledo
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    Pede pro Infra ...ele tem uns bons

  5. #4
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    A melhor maneira de treinar pra redação é com certeza ler jornal

    Ontem fiz vestibular da São Judas e assim como o Enem, falou sobre a política brasileira atual, a corrupção

  6. #5
    hardMOB Staff - Moderação Avatar de Ribeiro
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    jornal

    bom de preferência, nada de comprar EXTRA e O DIA, nem O POVO

    fique longe da VEJA

  7. #6
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    Originalmente enviada por ReDGRounD
    a cada 4 horas um jovem negro morre violentamente em sao paulo.
    Apenas 2% dos alunos são negros.
    A cada 4 pessoas mortas pela polícia, 3 são negras.

  8. #7
    Suspenso
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    Originalmente enviada por Chew
    Apenas 2% dos alunos são negros.
    A cada 4 pessoas mortas pela polícia, 3 são negras.
    aora é 5,9% nas faculdades....


    Leia editorial da folha, é o formato que vc vai usar para as provas, leia e reescreva com as suas palavras. ajuda pra porra isso.

  9. #8
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    eu tenhu PUC esse fim de semana, na outra semana FUMEC e em dezembro federal..
    so q nao li quase sobre nda ainda, td q sei foi uq vi na TV e algumas revistas
    nao to mto afim de me fixar em VEJA apesar de fixar mto os assuntos atuais, pq rolam boatos por ai q tem mta coisa e errada nela...

  10. #9
    Membro Avatar de NerD
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    Chumbo grosso no Congresso
    por Marina Amaral
    A indústria bélica doou 1 milhão de reais para eleger sua bancada no Congresso: doze deputados federais, nove deles membros da “bancada da bala”, assim apelidada pela fidelidade aos interesses dos fabricantes de armas e munição. Derrotado no Congresso que aprovou a realização do referendo por esmagadora maioria, o lobby das armas dispara agora sua última bala, esta em direção à opinião pública. Para obter o “não” no dia 23, financia a Frente Parlamentar pela Legítima Defesa, presidida por um velho aliado: o coronel da PM e deputado do PFL Alberto Fraga.


    A BANCADA DA BALA
    A expressão “bancada da bala” surgiu em meados do ano 2.000, inspirada pela famigerada “bancada da bola”, quando a instalação de duas CPIs – a da CBF-Nike, na Câmara, e a do Futebol, no Senado – colocou em evidência a relação espúria entre parlamentares e interesses privados no mundo do futebol. A semelhança de comportamento entre as duas bancadas saltou aos olhos dos parlamentares que participavam da Comissão de Segurança Pública, onde o projeto de lei enviado por Renan Calheiros (que se tornaria o Estatuto do Desarmamento) ficou mais de três anos engavetado: os deputados que se opunham ao desarmamento mantinham laços estreitos com as duas principais indústrias de armas no Brasil, a CBC, fabricante de armas de cano longo e munição para todo tipo de arma, e a Forjas Taurus, fabricante de pistolas e revólveres. Em 2003, quando o projeto finalmente foi retirado dessa comissão da Câmara por uma comissão mista criada no Senado (cujo relator era o deputado Luiz Eduardo Greenhalgh), o lobby das armas se intensificou no Congresso. “Técnicos” das indústrias de armas freqüentavam o Salão Verde do Congresso, tentando convencer os parlamentares da inviabilidade do Estatuto. Com as doações eleitorais registradas no TSE divulgadas pela Internet, congressistas, organizações civis e a imprensa comprovaram que a maior parte dos amigos dos lobistas havia recebido dinheiro das indústrias de armas.

    Dos doze deputados eleitos com a contribuição financeira da indústria de armas, oito são membros proeminentes da Frente Parlamentar pela Legítima Defesa, sete deles têm cargos na direção: Alberto Fraga (PFL-DF), presidente, Luiz Antonio Fleury Filho (PMDB-SP), primeiro-vice-presidente; Josias Quintal (PMDB-RJ), primeiro-tesoureiro; Alceu Collares, Pompeo de Mattos e Ênio Bacci (todos do PDT gaúcho), respectivamente conselheiro fiscal, segundo-tesoureiro e coordenador da Região Sul; e Mendes Ribeiro Filho (PMDB-RS), primeiro-vogal. O deputado Ary Kara (PTB-SP), também aquinhoado, participa da Frente, mas não tem cargo de direção. Dos outros cinco, dois sempre se posicionaram a favor da liberdade para as armas: Roberto Jefferson (PTB-SP, cassado) e Robson Tuma (PFL-SP), que se absteve nas votações sobre o tema. Os deputados Nelson Proença (PPS-SP), juíza Denise Frossard (PPS-RJ) e Sigmaringa Seixas (PT/MG) votaram com a bancada da Frente Brasil sem Armas e se posicionam publicamente a favor do “sim” no referendo.

    Os outros diretores da frente contra a proibição das armas são membros de outra bancada bastante conhecida no Congresso, a dos ruralistas – como o segundo e o terceiro-vice-presidente, respectivamente, o senador Juvêncio da Fonseca (PDT-MS) e Abelardo Lupion (PL-PR), o conselheiro fiscal Nelson Marquezelli (PTB-SP), e o coordenador da Região Nordeste, Inaldo Leitão (PTB-PB) – ou têm interesses no setor de segurança privada (a legislação ficou mais rigorosa em relação ao uso de armas por agentes privados), como o conselheiro fiscal e empresário do ramo Edmar Moreira (PL-MG). Os policiais completam os cargos de direção como primeiro e segundo-secretários – Coronel Alves (PL-AP) e Cabo Júlio (PMDB-MG) – e o coordenador da Região Centro, Capitão Wayne (PSDB-GO). O presidente Alberto Fraga também é coronel da PM, além de um dos principais beneficiários do dinheiro que a indústria de armas aplica na democracia brasileira.

    PINGA-FOGO COM O CORONEL FRAGA

    ...

    O senhor é da bancada da bala?
    Durante muito tempo fomos acusados, dez ou doze deputados, de receber dinheiro da indústria bélica. Recebemos mesmo doações eleitorais e declaramos em nossas prestações de contas. Inclusive, não pode ser esquecido que o presidente Lula recebeu 100.000 reais, foi o que mais recebeu. Eu recebi 40.000.

    Sessenta mil, deputado.
    Eu falei 40.000? Então corrige, é 60.000. Da CBC, Companhia Brasileira de Cartuchos. O importante é dizer, somando os dez ou doze deputados, não deu mais que 400.000 reais. A ONG Viva Rio recebeu nos últimos quatro, cinco anos 94 milhões de ONGs de lá de fora que mexem com armas...

    Vendem armas?
    São contra as armas! Querem impedir que a gente fabrique armas para favorecer o mercado americano. Somente em 2004, essa ONG Viva Rio recebeu 19 milhões e 632.000 reais. Se estamos falando de lobby, quem é lobista aqui? Um deputado que recebeu 30.000 ou essa ONG que vive com dinheiro da Fundação Roberto Marinho? Dinheiro da Globo, que fez uma lavagem cerebral no povo para eles ficarem contra as armas.

    Então por que o senhor está tão mobilizado em defender o “não”?
    Porque o sim vai jogar 40.000 empregos na lata do lixo. Agora eu sou da bancada da bala e defensor das indústrias bélicas que todo ano pagam 40 milhões de reais ao governo, exportam 70 milhões de reais. A indústria vai fechar, a Taurus vai para a Argentina, para o Chile, que estão morrendo de rir da gente. Quem deve responder isso é quem fica dizendo bobagem pela imprensa brasileira. E tem a CBC, que fabrica rifle e munição. Eles disseram 60.000 empregos, eu estou economizando e pondo 40.000.

    Mas a Taurus já tem fábrica em Miami e a exportação é a maior fonte de receitas para a indústria de armas nacional. E a polícia e as empresas de segurança privada vão continuar comprando armas.
    Estão fechando o mercado, querem acabar com a indústria nacional. Segurança privada é só para quem tem dinheiro para pagar. A polícia brasileira ganha uma miséria, não tem gasolina pra botar na viatura, não consegue nem dar vinte tiros por ano, enquanto os seguranças da família Marinho só em um curso que fizeram em São Paulo deram seiscentos tiros.

    Mas a própria polícia orienta o cidadão a não andar armado e não reagir.
    Existe aí um mito. A pessoa que é surpreendida com um revólver na cabeça, se reagir, é idiota. Vai morrer. Mas e as que conseguem se antecipar? Quem consegue se salvar não aparece nas estatísticas.


    ...

    A BEM DA VERDADE
    Ao contrário do que disse o deputado Alberto Fraga, a Taurus e a CBC doaram 1.120.900 reais na campanha eleitoral de 2002. De acordo com a assessoria de imprensa da Taurus, a empresa “emprega mais de 1.900 funcionários”. O número de empregos leva em conta, além da fábrica gaúcha de armas leves “que tem 85 por cento do mercado de armamentos”, mais cinco unidades que produzem capacetes, blindagens, contêineres. A mesma empresa diz que 70,1 por cento de seu faturamento, correspondentes a 35 milhões de dólares, é proveniente de exportações. A CBC não quis dar informações sobre o assunto, mas em seu site declara exportar 70 por cento de sua produção. De acordo com o IBGE, toda a indústria bélica brasileira – que, além das duas empresas citadas, incluiu a Imbel, que detém 30 por cento do capital da CBC e destina sua produção exclusivamente para as Forças Armadas e para a polícia do Brasil e de outros países – empregava, em 2002, 6.442 pessoas. A produção total do setor bélico brasileiro foi de 341 milhões de reais em 2002, o equivalente a 0,048 por cento do total da produção industrial brasileira.

    Quanto ao número de armas em posse de civis: no Sinarm, o banco de dados de controle de armas do governo, no ano citado pelo deputado, foram registradas 53.811 novas armas de fogo compradas por civis no Brasil, já descontadas as 7.131 armas vendidas para empresas de segurança privada. De acordo com o primeiro levantamento global de armas no Brasil, feito por pesquisadores do ISER (Instituto Superior de Estudos Religiosos) e do Viva Rio com base no Sinarm e em informações obtidas junto aos órgãos de segurança pública em 24 Estados, há 4.441.765 armas nas mãos de pessoas físicas civis (sem contar as que são de segurança privada, de uso particular para oficiais, sargentos militares e policiais, além das de colecionadores, caçadores e atiradores, juízes e ministros de tribunais). No mercado informal estima-se a presença de 4,6 milhões de armas e, no crime, 3,8 milhões.


    Fonte: Caros Amigos / http://carosamigos.terra.com.br/

    Vários dados pra uma redação sobre armas

  11. #10
    hardMOB Staff - Moderação Avatar de Ribeiro
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    Originalmente enviada por Chew
    Apenas 2% dos alunos são negros.
    A cada 4 pessoas mortas pela polícia, 3 são negras.
    "A cada 39% dos nêgo que nascem nessa cidade são pretos.
    4% dos 7% dos nêgo que estudam nas faculdade são preto.
    A cada 2 crianças que nascem nêga, uma morre preta.
    80% dos nêgo preto morrem queimado nêgo."

    "Segundo os dados da Ceagesp de Santa Catarina:
    7% dos brancos divididos por 7% dos nego dá 7 pretos.
    4 vezes 15 preto dá vinte nego.
    30% dos preto que morrem na sociedade são verde.
    12% da sociedade inteira branca é nega.
    50% dos pai preto com mãe nega dá filho preto.
    25% da sociedade é preta.
    75% da sociedade também é preta.
    Tudo é preto.
    Nêgo é preto.
    Corinthiano, maloqueiro e sofredor, mano!"

    uhahuauha
    jesus negão

  12. #11
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    Vc não vai adquirir bagagem em algumas semanas.
    Tenta se informar sobre oq aconteceu entre janeiro e junho-julho-agosto-setembro, pq as provas são feitas nessa época. Pode ficar frio q não vai cair nada da rebelião na França, por exemplo.

    Muito menos sua opinião sobre cotas.

  13. #12
    brn
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    tem uns testes de atualidades lá

  14. #13
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    issu, issu, issu

    leia oq aconteceu de importante entre o começo até o fim desse ano

    com certeza cai alguma q foi marcante p/ o mundo ou p/ o brasil




    mas o certo era vc ler jornal regularmente, correr atras agora já é tarde, dependendo do curso q vc for prestar, é melhor se concentrar na matéria


    eu nao tive grandes dificuldades nas redaçoes ou nas questoes de atualidades pq eu sempre costumo ler o jornal de tarde (folha de sp viu, nada de gazeta esportiva, e outros jornais populares)

  15. #14
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    A Nova Tendência Política Expansional

    A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com a estrutura atual da organização facilita a criação de alternativas às soluções ortodoxas. Neste sentido, o comprometimento entre as equipes não pode mais se dissociar das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. Percebemos, cada vez mais, que o início da atividade geral de formação de atitudes deve passar por modificações independentemente do remanejamento dos quadros funcionais. Não obstante, o surgimento do comércio virtual ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança da gestão inovadora da qual fazemos parte. Por conseguinte, o entendimento das metas propostas pode nos levar a considerar a reestruturação de todos os recursos funcionais envolvidos.

    Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que a competitividade nas transações comerciais aponta para a melhoria dos paradigmas corporativos. Assim mesmo, o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos representa uma abertura para a melhoria do processo de comunicação como um todo. O que temos que ter sempre em mente é que o fenômeno da Internet agrega valor ao estabelecimento das formas de ação. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se a necessidade de renovação processual garante a contribuição de um grupo importante na determinação do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades. No entanto, não podemos esquecer que o acompanhamento das preferências de consumo desafia a capacidade de equalização dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência. As experiências acumuladas demonstram que o desafiador cenário globalizado obstaculiza a apreciação da importância do impacto na agilidade decisória. É importante questionar o quanto a consolidação das estruturas prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes do levantamento das variáveis envolvidas. Desta maneira, o julgamento imparcial das eventualidades possibilita uma melhor visão global das diversas correntes de pensamento.

    Pensando mais a longo prazo, a crescente influência da mídia nos obriga à análise das direções preferenciais no sentido do progresso. Por outro lado, a hegemonia do ambiente político oferece uma interessante oportunidade para verificação das regras de conduta normativas. Gostaria de enfatizar que a revolução dos costumes causa impacto indireto na reavaliação do investimento em reciclagem técnica. A nível organizacional, a expansão dos mercados mundiais estimula a padronização das condições financeiras e administrativas exigidas. O incentivo ao avanço tecnológico, assim como a determinação clara de objetivos acarreta um processo de reformulação e modernização do retorno esperado a longo prazo.

    Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como a execução dos pontos do programa cumpre um papel essencial na formulação do sistema de participação geral. O cuidado em identificar pontos críticos no novo modelo estrutural aqui preconizado maximiza as possibilidades por conta das novas proposições. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que a adoção de políticas descentralizadoras auxilia a preparação e a composição das diretrizes de desenvolvimento para o futuro. Podemos já vislumbrar o modo pelo qual o consenso sobre a necessidade de qualificação é uma das consequências dos níveis de motivação departamental. O empenho em analisar a contínua expansão de nossa atividade promove a alavancagem dos índices pretendidos. Evidentemente, o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação exige a precisão e a definição dos métodos utilizados na avaliação de resultados. No mundo atual, a percepção das dificuldades afeta positivamente a correta previsão dos relacionamentos verticais entre as hierarquias.

    A nível organizacional, a contínua expansão de nossa atividade pode nos levar a considerar a reestruturação do fluxo de informações. O cuidado em identificar pontos críticos na percepção das dificuldades nos obriga à análise do orçamento setorial. Neste sentido, a revolução dos costumes facilita a criação de alternativas às soluções ortodoxas. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que o entendimento das metas propostas é uma das consequências das condições financeiras e administrativas exigidas. Gostaria de enfatizar que a determinação clara de objetivos obstaculiza a apreciação da importância dos níveis de motivação departamental. Desta maneira, o julgamento imparcial das eventualidades estende o alcance e a importância dos modos de operação convencionais. Pensando mais a longo prazo, a consulta aos diversos militantes prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes das regras de conduta normativas.

    O empenho em analisar o fenômeno da Internet cumpre um papel essencial na formulação do processo de comunicação como um todo. É claro que a adoção de políticas descentralizadoras causa impacto indireto na reavaliação do levantamento das variáveis envolvidas. Do mesmo modo, o início da atividade geral de formação de atitudes possibilita uma melhor visão global do remanejamento dos quadros funcionais. Percebemos, cada vez mais, que a expansão dos mercados mundiais não pode mais se dissociar da gestão inovadora da qual fazemos parte. Caros amigos, a estrutura atual da organização auxilia a preparação e a composição das diretrizes de desenvolvimento para o futuro.

  16. #15
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    www.estadao.com.br
    www.noticiasboasatuais.com
    www.terra.com.br (fique longe das noticias populares)

  17. #16
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    Originalmente enviada por SRamos
    A Nova Tendência Política Expansional

    ...
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  18. #17
    Suspenso
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    kern? orn?
    de bh, deve ser

  19. #18
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    qualquer texto sobre politica atual... =/

  20. #19
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    sei la.. na osei de nenhum texto

    mas cara, leia tudo que puder, tudo mesmo! Desde revistas sensacionalistas (vide Veja), ate os melhore jornais do pais (Folha, Estadao)

    qto maior o conhecimento melhor

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