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    Suspenso
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    [EEK-MOB]Ubisoft abre stúdio de jogos no Brasil

    Entrevista concedida - Théo Azevedo, UOL Jogos

    A Ubisoft retorna ao Brasil e, desta vez, não é para cuidar do marketing e de questões burocráticas de seus produtos; trata-se de um escritório de produção de games, o estúdio Ubisoft São Paulo. Os planos envolvem começar com 40 funcionários, criando títulos para Nintendo DS, mas dentro de três anos o número pode chegar a 200, trabalhando para os consoles atuais - PlayStation 3, Wii e Xbox 360.

    Bertrand Chaverot, executivo responsável pela empreitada brasileira da Ubisoft, cedeu entrevista ao UOL para falar, com mais detalhes, sobre a nova investida da companhia, que desta vez veio para ficar.

    UOL: Por que voltar ao Brasil, e desta vez com estúdio de produção?

    Bertrand Chaverot: Porque para os negócios ainda é muito cedo para competir com a pirataria - ainda temos impostos de importação muito altos, além de PIS/COFINS, ICMS e IPI. Porém, para a produção há oportunidades, graças ao talento e a competência disponíveis, e à população que está muito afim de criar.

    A Ubisoft sempre procura lugares com custo menor que os da Europa, e por isso é a empresa de games mais pulverizada do mundo, em termos de estúdios. Fomos os primeiros a ir para o Canadá, China, Leste Europeu, e acabamos de anunciar novos estúdios. A Ubisoft continua a crescer e com a nova geração de jogos que está chegando vamos precisar crescer ainda mais, o que inclui os estúdios. E o Brasil faz parte desta estratégia de crescimento.

    E tem a cultura brasileira, que é bastante criativa e ao mesmo tempo "ocidental" - um filme que faz sucesso em San Diego vai fazer sucesso em São Paulo. Também achamos que o Brasil tem algo diferente, que merece ser divulgado: que seja videogame ou o cinema brasileiro, que está crescendo, e a música. O Brasil não vai exportar apenas milho, soja e ferro; vai exportar também cultura.

    Além disso, a Ubisoft gosta de ser a primeira, e será a primeira a chegar ao país. Ser pioneiro é mais complicado, mas se você tem sucesso garante uma vantagem estratégica.

    UOL: O que faltou na primeira investida da Ubisoft no Brasil?

    Chaverot: Não fechamos as portas. O que aconteceu foi que paramos de ter marketing aqui. Eu cheguei em 1999 para cuidar da distribuição nos países da América Latina, como no caso dos jogos da Ubisoft para PC que, no Brasil, são distribuídos pela Electronic Arts. Depois, quando fui embora mantivemos os distribuidores. Ou seja, continua igual, mas o marketing é feito pelos distribuidores.

    Fomos embora porque o mercado era pequeno demais, e a parte legal era apenas para PC. Hoje o mercado de PC está diminuindo e representa somente 10% do mercado de games, e no Brasil é o único mercado que pode ser bem trabalhado.

    UOL: Por que São Paulo?


    Chaverot: Para nós o mais importante são os talentos. O Brasil não tem tecnologia, mas tem o "brain power", então temos que estar perto de onde está a capacidade intelectual, das universidades, e São Paulo é o melhor lugar para isso.

    Nós vamos trazer talentos de fora também, da Ubisoft e de outras empresas. E estas pessoas vão encontrar em São Paulo uma qualidade de vida, uma atividade social e cultural, de primeiro mundo. E para estas pessoas que vão vir do Canadá, dos EUA, da França e Inglaterra, esta qualidade é muito importante.

    No início acho que será um pouco complicado, mas achamos que vamos conseguir trazer pessoas muito boas de fora para treinar os jovens brasileiros. Ainda tem um pouco de preconceito quanto à imagem de São Paulo, em relação à violência. Mas eu serei um bom embaixador de São Paulo para explicar, hein? [risos].

    UOL: Você já pensa em expansão?


    Chaverot: Na verdade, São Paulo será o início, mas não fechamos as portas. Estamos olhando outros lugares, mas vai depender muito dos incentivos fiscais. As outras cidades que nos interessam são o Rio de Janeiro, pela grande população da área de criação (design, telecom, mídia, televisão, publicidade), e a região de Florianópolis, pois lá é muito seguro e todo mundo sabe que é o melhor lugar para se morar no Brasil.

    UOL: Como vai funcionar a produção de jogos no Brasil?

    Chaverot: Na primeira fase, vamos montar um sistema sólido com uma base de 40 pessoas durante o primeiro ano. A idéia é treinar as pessoas que formarão o time principal que, por sua vez, treinará as equipes que virão depois.

    Este time principal vai criar um ou dois jogos para Nintendo DS, voltados para família ou crianças, que são bons enquanto projeto inicial. E a Ubisoft está muito bem posicionada neste mercado: é a líder entre as distribuidoras independentes - em geral, a primeira colocada é a Nintendo.

    Temos duas linhas fortes, "Imagine" e "Petz". Eu contribuí muito para a linha "Imagine", pois fui o responsável pelos quatro primeiros jogos desta linha na Europa, entre 2005 e 2006. Conheço muito bem este mercado e quero continuar fazendo jogos nesta linha. A Ubisoft aposta muito no mercado casual, com marketing forte e jogos para meninas, que estão exigindo games com mais conteúdo e qualidade.

    Após o primeiro ano, a estratégia é fazer um pouco de "outsourcing" também, trabalhando em colaboração com outros estúdios da Ubisoft, que poderia ser o Canadá, que tem o mesmo fuso-horário. Poderíamos trabalhar na parte gráfica, criando mapas, veículos, personagens etc. Seria muito bom para aprendermos a trabalhar em um projeto para a "nova geração".

    Outro projeto no plano estratégico é começar, assim que possível, a desenvolver um jogo para Wii.

    Logo, a idéia é investir em três pilares: jogos para DS, que é o casual; outsourcing de nova geração, começando em um ritmo certo - não vamos começar criando um jogo para PlayStation 3; e iniciar um projeto para conhecer a interface do Wii, que é muito especial e possui bastante potencial.

    UOL: Você pode falar mais sobre os jogos para DS?

    Chaverot: Seria algo na linha "Games for Everyone". O tema ainda não foi decidido, mas temos três conceitos e vamos definir em agosto. São jogos para meninas, na área dos "trabalhos aspiracionais", e como estão previstos para o Natal de 2009, prefiro não dar detalhes agora.

    Cada estúdio tem a sua independência, mas todos os projetos precisam ser apresentados para a França. Podemos imaginar o projeto e seu conceito livremente, mas depois temos que "vendê-lo" para a matriz. Uma vez aprovado, temos a verba para fazer o jogo.

    UOL: Quanto aos funcionários, a filial vai empregar brasileiros ou também estrangeiros?

    Chaverot: Serão no máximo cinco ou seis estrangeiros, e o restante todos brasileiros. Talvez alguns argentinos, mas não muitos [risos]. Mas, falando sério, é importante ter algumas pessoas de fora para trazer experiência, para construir o "pipeline" de produção bem certinho dentro dos processos da Ubisoft e uns seis meses para ensinar sobre o "engine" [tecnologia gráfica] da Ubisoft, além de seis meses de formação para os artistas, game designers, que são os profissionais mais difíceis de achar.

    Alguns vão ficar, pois você sabe que o Brasil integra bem estrangeiros. Outros vão sair, pois é política da Ubisoft promover este intercâmbio. Aliás, também vamos enviar brasileiros para o exterior (uns 30 ou 40 brasileiros). E o Brasil também é legal para contratar alguns colombianos, um chileno, dois ou três argentinos.

    UOL: Você acha que os produtores brasileiros têm potencial e expertise suficientes para fazer frente aos estrangeiros?

    Chaverot: Não há problemas quanto a isso, pois as pessoas que vamos trazer têm experiência em treinamento. Eles vêm, treinam e depois deixam a responsabilidade com quem está aqui. A Ubisoft sempre trabalhou assim, deixando a responsabilidade para pessoas jovens.

    O pior é trazer pessoas de fora para assumir as responsabilidades. Isso não pode acontecer. Mas a Ubisoft tem 20 anos de experiência em montar estúdios, transferir know-how e agora está tudo muito organizado, com métodos-padrão, tanto na área de programação, quanto na parte gráfica, de game design.

    UOL: Você pretende tentar alguma aproximação mais direta com instituições de ensino?

    Chaverot: Já temos contatos bons com universidades que oferecem mestrado com ênfase em games. Vamos fazer parcerias, tanto na área do currículo de mestrado, para ajudar a adaptá-los à realidade das empresas, o que é muito importante, e também na área de contratação de estagiários e recém-formados.

    E também promover palestras para animar os estudantes, já que o Brasil tem pelo menos sete mestrados especializados na área, então vamos conhecer todas estas universidades, o que será parte da segunda fase - a primeira é montar o escritório.

    UOL: Qual é a abordagem da Ubisoft em relação às produtoras nacionais?

    Chaverot: Não acho que será uma concorrência, e pode se transformar em parceria, como já fizemos com alguns estúdios brasileiros que têm contratos assinados com a Ubisoft para produzir jogos, que não posso falar, porque acho que não foi divulgado ainda.

    A Ubisoft vai fazer parte da Abragames, conhece bem o mercado brasileiro e vai trabalhar com outros estúdios para fazer crescer o mercado.

    UOL: O Governo ofereceu algum estímulo ou incentivo para a instalação do escritório?

    Chaverot: Há muitas leis novas chegando no Brasil para incentivar o desenvolvimento de software e a inovação. Os dois problemas do Brasil são os custos trabalhistas e os custos de importação, o que dificulta para nós, pois somos uma indústria só de homens e temos que importar os kits de desenvolvimento de Microsoft, Nintendo e Sony. Vamos aproveitar as leis para reduzir estes dois custos.

    O objetivo da Ubisoft é chegar a 200 pessoas em três ou quatro anos no Brasil, mas sem reduzir o custo trabalhista será impossível, porque hoje, com a alta do real e o tamanho dos cargos patronais, o Brasil não é tão competitivo do ponto de vista do custo trabalhista. O lado bom é que o Governo entendeu isso, por isso está fazendo essas leis especiais para software, sem falar em agências de desenvolvimento como Finep, Fapesp etc.

    UOL: Com a pirataria e os altos impostos, quais as chances do Brasil enquanto mercado de games?

    Chaverot: Tenho certeza que vai abrir daqui a pouco. No ano passado, o faturamento do mercado de videogames nos Estados Unidos superou o faturamento de bilheteria do cinema e mais o de música. Obviamente, os EUA são o país mais avançado, mas isso mostra uma tendência que vai continuar, pois o mercado de games cresce 15% ao ano.

    O Brasil tem que levar isso em consideração, e hoje tem uma posição saudável para abrir este tipo de importação. Fazendo isso, vai ajudar um mercado que é estratégico para o futuro, pois cria muitos empregos em áreas diversificadas, que têm a ver com tudo. O Brasil precisa de uma indústria local de videogames forte, pois as pessoas que vão trabalhar nesta área depois vão trabalhar na saúde, ensino, arquitetura, televisão, cinema etc.

    Tudo está vinculado hoje: dentro do videogame há computação gráfica, comunicação, informação, inteligência artificial, programação e por aí vai. Então esta indústria é muito importante para qualquer país moderno. E o Brasil já entendeu isso.

    UOL: Você acha que a vinda da Ubisoft pode causar efeito semelhante ao que ocorreu quando a empresa inaugurou o escritório em Montreal, no ano de 1997?

    Chaverot: Quando a Ubisoft chegou a Quebec, em 1997, havia menos de 200 pessoas trabalhando no setor de multimídia. Dez anos depois, eram 5.000 pessoas e mais de 260 empresas, que tornaram o Canadá um dos países mais avançados na área de multimídia. É um exemplo de sucesso tremendo e que vai continuar, pois o governo canadense aprovou a manutenção dos incentivos fiscais até 2013.

    No Brasil, vai depender muito de como vamos usar as leis e os incentivos, mas acho que será mais complicado que o Canadá, já que é complexa a maneira de organizar todas as leis. No Canadá, foi uma política muito voluntarista e simples de acionar.

    Mas o objetivo é este: criar soluções para fazer crescer esta indústria e também trabalhar em parceria com o Canadá. O Brasil precisa de experiência de formação e o Canadá precisa de homens, de recursos humanos. Estamos trabalhando para desenvolver parcerias entre Ubisoft Brasil e Montreal, criando um círculo de intercâmbio, formação e produção.

    UOL: Hoje o México ocupa a dianteira no mercado de games da América Latina. Você acha que o Brasil pode ultrapassar o país?

    Chaverot: Acho que o potencial do Brasil é maior que o do México, com certeza, mas os preços aqui são duas vezes mais altos. Contudo, o Brasil vai virar o jogo rápido, pois tem a cultura do videogame e uma base instalada de PlayStation 2 muito importante. O México tem 90 milhões de habitantes, enquanto o Brasil possui o dobro; então, é a matemática que fala.

    UOL: Por fim, que mensagem você deixaria aos brasileiros que gostariam de trabalhar na Ubisoft?


    Chaverot: Gostaria de dizer que a Ubisoft é consciente do papel que tem no Brasil, que é de apresentar e divulgar esta indústria, que é uma opção muito interessante para os jovens no futuro, pois oferece uma grande diversidade de trabalho, por misturar tecnologia e arte para criar emoções.

    O que eu diria aos jovens que gostam muito de videogame e que desejam trabalhar nessa indústria é que eles têm que escolher uma área - programação ou arte - e ter uma ambição e exigência muito grandes, pois este mercado vai crescer e ser competitivo no mundo inteiro. O nível de qualidade é muito alto e para ingressar nessa área será preciso ser muito bom e oferecer algo diferente.
    fonte:
    http://finalboss.uol.com.br/fb3/ctu.asp?cid=48876

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  3. #2
    Suspenso
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    Podem me chamar de Louco.
    mas o brasil tem tanta mão de obra especializada que logo logo vai chover empresas aqui.

    mundo globalizado é isso.

  4. #3
    Membro Avatar de Kerplunk
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    mão-de-obra escrava

  5. #4
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    O Brasil não tem cultura para games como o japão ou eua.

    Que mantenham um padrão americano/japones de games, senão prevejo um bando de game-designers tupiniquins querendo fazer Viscond´s Creed ou Emilia Raving Rabicós e tomando na asa pela má aceitação no exterior.

  6. #5
    Membro Avatar de lorotãO
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    onde mando meu curriculum?


  7. #6
    Membro Avatar de Clay Marzo
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    boto uma fé sim. e que venham pra Floripa! quem sabe não arranjo uma boiadinha la na area administrativa

  8. #7
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    Citação Citando Giba Montana Ver mensagem
    O Brasil não tem cultura para games como o japão ou eua.

    Que mantenham um padrão americano/japones de games, senão prevejo um bando de game-designers tupiniquins querendo fazer Viscond´s Creed ou Emilia Raving Rabicós e tomando na asa pela má aceitação no exterior.
    Se tentarem isso a matriz na França vai cortar rapidinho. Apesar que a Ubisoft é conhecida por fazer jogos diferentes tbém e ao que parece eles estão sim interessados nessa cultura 'tupiniquim' (seja lá o que for isso).

    Eu fico imaginando o que o Brasil é para as grandes empresas de videogame. Provavelmente eles devem fazer uma reunião para ver aonde vão investir e um dos primeiros itens deve ser população (maior população, mais interessados)... E tá lá o Brasil nos primeiros lugares... Os caras todos empolgados... VAMOS INVADIR O BRASIL... como ninguém pensou nisso antes? Omg, omg, vamos ficar ricos... como puderam ser tão burros em ignorar o brasil.

    Ai eles mandam um advogado aqui prá pesquisar as leis e vem o banho de água fria...

    De qualquer forma, verdinhas prá ubisoft.

  9. #8
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    putz, tou peidando de alegria aqui!
    eu ja tava meio deprimido pq vou formar em dezembro e não tinha nenhuma perspectiva de arrumar emprego a não ser concurso publico...

    é isso ai, cruzando os dedos, quem sabe eu nao viro animador ou level designer da ubisoft? putz!

  10. #9
    Membro Avatar de Hubie
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    É...o mercado de games realmente teve um boom gigantesco.
    Imagino nos videogames da proxima geração a grandeza q isso vai estar.
    É um mercado extremamente promissor, que paga bem.

    Bom, menos 1 nesse mundo, pois eu sou um mané em programação... :/

  11. #10
    Membro Avatar de MA.Outlaw
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    pelo que eu li, em 4 anos só irão fazer jogos para DS aqui no Brasil e concepts, etc para jogos que estao sendo produzidos no exterior... bom, melhor do que nada..

  12. #11
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    to torcendo pra que de certo mas a ubi nao eh a primeira , o primeiro passo ja foi dado e foi pelo tio BILL, agora como ja disseram soh depende do governo roubar um pouco menos msmo , ai vai ,

    fico me perguntando pq acho que a sony vai ser uma das ultimas empresas a enchergar o Brasil como mercado em potencial

  13. #12
    Redação
    hardMOB
    Avatar de Rodrigo Guerini
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    Citação Citando E_Harder Ver mensagem
    fico me perguntando pq acho que a sony vai ser uma das ultimas empresas a enchergar o Brasil como mercado em potencial
    E estão errados? Se eu fosse um investidor de alta tecnologia o Brasil estaria embaixo na minha lista de prioridades.

  14. #13
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    Não entendo o retrocesso que houve desde a era playtronic...

    aquilo sim era bons tempos, comprar jogos de GB Classic a 19,90 na direct shopping...hum!

  15. #14
    izi
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    pena q C++ nao eh minha área se nao ate mandava curriculo

    mas legal espero q venham mais empresas ... e na real tava demorando pq ja existem varias empresas q tem centro de desenvolvimento aqui no Brasil ... Dell, HP, Microsoft, IBM, ..

  16. #15
    Membro Avatar de Trovalds
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    Sopa de tartaruga!
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    O único "senão" é a lei trabalhista brasileira. Às vezes fica difícil competir com países como a Índia, por exemplo. É caro e burocrático ter um funcionário com carteira assinada E se o cara trabalha como terceirizado (Pessoa Jurídica) dependendo do caso tem os mesmos "amparos" de pessoa física com carteira assinada.

  17. #16
    Suspenso
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    Sério mesmo pra onde manda o curriculo?? Eu adoraria trampar numa softhuse de game tester!!!

  18. #17
    Membro Avatar de Matheusoc
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    BR BR HUEHUEHUE
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    Citação Citando la_de_longe Ver mensagem
    Sério mesmo pra onde manda o curriculo?? Eu adoraria trampar numa softhuse de game tester!!!
    pode começar por esse



  19. #18
    Suspenso
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    Já mandei meu currículo!!

    PS: É sério, o e-mail é [email protected]

  20. #19
    Membro
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    Citação Citando la_de_longe Ver mensagem
    Já mandei meu currículo!!

    PS: É sério, o e-mail é [email protected]
    Sei não, acho que só vão pegar algo quando sair no site da ubisoft no Carrers.

    Este pessoal já vem armado pra cá, com gente capacitada já empurrada de faculdades que já chovem em convênios com eles ou tercerizando serviço com agencias e afins.
    Um ex colega de faculdade que fez Melies recentemente sabia deste lance da Ubisoft vim pra cá a algum tempo, e parece que havia uma inteção forte de pegar já gente de lá pra trabalhar.
    Última edição por Móveis Coloniais de Acajú : 25-06-2008 às 9:14

  21. #20
    Membro Avatar de Rubra
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    Os funcionários que vão para essa filial no brasil já estão todos contratados já...que nem o amigo ae em cima falou....convênios e mais convênios com os melhores das universidades e bla bla bla.

    Eu já li um monte de entrevista que falava que a grande maioria dos desenvolvedores de jogos não jogam seus jogos pq eles quebraram a cabeça demais...más lembranças que o jogo trás pra eles ahahahua

    por isso prefiro continuar onde to e jogando

  22. #21
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    Penso o mesmo, o que tá acontecendo é que muita gente pensa que faz um curso de games daqueles mela cueca e quer sair fazendo jogo. O negócio é especializar numa àrea, tirar esta idéia de ser multimidia, fazer uma faculdade, encher o ** de informação e só depois ir procurar.

    Tava vendo em um outro forum, a molecada tudo loca, mandando currículo até pra onde não existe, monstrando ilustração de naruto que colocou na deviantart, video feito no mokie maker, falando que é isso e aquilo, hahahah, tem que dar um desconto né, povo acha que é mil maravilhas trabalhar com isso.

    Pessoal tinha que colocar o pé no chão,fazer um game é trabalhar com várias pessoas de diversas àreas aliadas...programador acha que é a mesma coisa que fazer um programa de estoque de padaria que ele vai toda semana e arruma lá e cobra visita, oras, um game é algo que tem que beirar a perfeição, bugs, jamé, mas mesmo os caras trabalhando por anos, sai um aqui e alí. Imagina só vc ficar caçando por dias e noites e tentando linkar movimentação de personagem! Coisa que já é chata de se fazer.

    E outra, idéia sua? Que nada, as ordens vão vir tudo de fora, aqui modelador, programador vai ser tudo peãozada mesmo, com certeza vão manter a àrea criativa fora daqui, óbvio.
    E duvido muito que o salário seja algo fora do comum a que um estúdio que trabalhe pra uma Globo e etc em se tratando de design.

    O negócio pra entrar nisso é networking mesmo, não tem jeito, ou vc é aliado a uma entidade fudida ou um estudio bom, ou uma faculdade fora ou um curso seleto de animação ou senão conhece alguém que possa te catapultar pra lá.

  23. #22
    Suspenso
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    Citação Citando Rubra Ver mensagem
    Os funcionários que vão para essa filial no brasil já estão todos contratados já...que nem o amigo ae em cima falou....convênios e mais convênios com os melhores das universidades e bla bla bla.

    Eu já li um monte de entrevista que falava que a grande maioria dos desenvolvedores de jogos não jogam seus jogos pq eles quebraram a cabeça demais...más lembranças que o jogo trás pra eles ahahahua

    por isso prefiro continuar onde to e jogando
    Ué mas só tem vaga pra progrmador nuam empresa dessas?? Mandei minha ficha com intenção de ser game tester hahaahah!

  24. #23
    Membro Avatar de Hubie
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    Citação Citando Rubra Ver mensagem
    Os funcionários que vão para essa filial no brasil já estão todos contratados já...que nem o amigo ae em cima falou....convênios e mais convênios com os melhores das universidades e bla bla bla.

    Eu já li um monte de entrevista que falava que a grande maioria dos desenvolvedores de jogos não jogam seus jogos pq eles quebraram a cabeça demais...más lembranças que o jogo trás pra eles ahahahua

    por isso prefiro continuar onde to e jogando
    Ah cara, nem é isso não !

    Uma vez, na época do N64..jogando GoldenEye 007, tinha a missão facility, que tinha q fazer em menos de tanto tempo pra pegar o cheat dela..

    Dai na epoca era 56k a conexão..entramos no site da nintendo la..tinha o desenvolvedor pegando esse cheat, mostrava ele fazendo a missão muito rapido uahuahuha

    claro que ele deveria saber os caminhos mais curtos e tals, apesar dos inimigos terem IA, mas ele jogava sim..e muito

  25. #24
    Membro Avatar de Rubra
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    Citação Citando Hubie Ver mensagem
    Ah cara, nem é isso não !

    Uma vez, na época do N64..jogando GoldenEye 007, tinha a missão facility, que tinha q fazer em menos de tanto tempo pra pegar o cheat dela..

    Dai na epoca era 56k a conexão..entramos no site da nintendo la..tinha o desenvolvedor pegando esse cheat, mostrava ele fazendo a missão muito rapido uahuahuha

    claro que ele deveria saber os caminhos mais curtos e tals, apesar dos inimigos terem IA, mas ele jogava sim..e muito
    Que nem eu disse: a grande maioria...
    mas tem doido pra tudo

    Agora imagina a coisa...10000000000000 de currículos de nego do brasil e redondezas nos emails dos caras...
    vão direto pro spam folder

    emprego lá é indicação e da brava

  26. #25
    izi
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    Citação Citando la_de_longe Ver mensagem
    Ué mas só tem vaga pra progrmador nuam empresa dessas?? Mandei minha ficha com intenção de ser game tester hahaahah!
    qnd li isso me lembrei

    http://www.gamesradar.com/f/the-top-...23102614854012

    hehehe so pra rir um pouco

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