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    Lan houses procuram manter clima familiar

    Saiu no estadao, caderno de informatica de hoje - 04/11/02.

    São 3 reportagens, nao sei ate quando fica no link abaixo, mas esta eh para mostrar para os pais.....


    http://www.estado.estadao.com.br/sup...formatica.html


    Lan houses procuram manter clima familiar


    Para ganhar confiança dos pais, maioria das casas de games não vende bebida alcóolica


    As lan houses podem ser consideradas a versão moderna dos fliperamas. Reúnem principalmente jovens fãs de games, que pagam para usar um potente computador ligado em rede para jogar em grupo.

    A comparação, porém, não se refere ao ambiente. A começar pela decoração "clean" e das lan houses: a maioria delas é muito bem iluminada, com paredes e chão claros. As portas costumam ser de vidro para mostram o movimento no interior do estabelecimento. "Queremos que tudo fique às vistas de todos, para mostrar que não temos nada a esconder", disse o diretor administrativo da Monkey, rede de lan houses com 32 unidades.

    No lugar das máquinas barulhentas dos fliperamas, as lan houses têm computadores e os jogadores usam fones de ouvidos. Eles ficam concentrados, geralmente em silêncio, mas em muitos momentos gritam, comemorando ou xingando os colegas.

    Em algumas lan houses, há música ambiente jovem, o que dá à casa um ar de "balada", festa, na linguagem dos jovens. É o caso da Cyber Games e Internet, que fica na rua Oscar Freire, em São Paulo. A lan house cumpre também o horário das "balada": funciona 24 horas.

    O horário da maioria das lan houses invade a madrugada, mas os gerentes precisam expulsar os menores que insistem em ficar no local até tarde. "Às vezes preciso desligar a máquina dos jogadores menores, senão eles não vão embora", conta o atendente da unidade Paulista da rede Monkey, Fernando Guilhermo.

    O proprietário da recém-inaugurada Arena MPG, na zona norte de São Paulo, Marcel Campos, diz que é preciso ser firme com as crianças. "Para ficar depois das 22 horas jogando, é preciso ter autorização dos pais, com firma reconhecida", disse.

    Os fumantes das lan houses precisam ficar numa área específica.

    "Temos uma área externa onde é permitido fumar", diz um dos donos, Othon Barcellos.

    A Just 4 Fun vende cerveja. "Apenas para maiores", garante Barcellos. Mas na maioria das lan houses não há bebida alcóolica na lanchonete. "Alguns jogadores tentam entrar com bebida alcóolica, mas com jeitinho pedimos para eles consumirem fora", afirma Roberto Bispo, um dos proprietários da Net Station, que fica em Cerqueira César, em São Paulo. (K.A.)

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    Reportagem 2 :

    Pais consideram ambiente seguro e ficam tranqüilos quando filho joga



    Crianças são estimuladas a participar de competição, mas respeitam limites

    A família Gama é apaixonada por games. O estudante Ygor Bruno Gama, de 14 anos, participa de campeonatos desde os 9 anos. Já foi membro do clã da Arena e da Challenger - LAN Houses do Rio de Janeiro. Ao invés de criticar o filho, os pais de Ygor resolveram compartilhar de sua paixão.

    O pai, Álvaro Gama tornou-se rival nas partidas que disputam diariamente nos dois micros que têm em casa. Diante do monitor, deixam os papéis de pai e filho de lado e tornam-se Badgod e Badtrack, concorrentes no mundo virtual.

    A mãe, a webmaster Amélia Gama, não é uma jogadora, mas criou um fórum na internet para adolescentes amantes de games, além de um site sobre o assunto.

    Ela não considera o jogo maléfico para o filho, mas já impôs regras para evitar influência em compromissos diários. Ygor só freqüenta LAN Houses nos fins de semana. "Ele já entendeu que tem de dormir cedo, pois acorda às 6 horas para ir ao colégio. Jogos de madrugada? Nem pensar."

    Para Amélia, a segurança proporcionada pelas casas de jogos também traz tranqüilidade aos pais. "Quando meu filho está jogando, sei que está longe das drogas e da violência das ruas."

    Nelita Ferreira dos Santos, também gosta de saber que seu filho está na lan house. "Conheço bem o gerente e costumo ligar para lá para saber se meu filho está lá mesmo", disse.

    Seu filho, Cristiano Santos de Oliveira, 12 anos, vai todo dia à lan house Axtion, na zona norte de São Paulo. Vai para lá depois da escola, que termina ao meio-dia, e só sai de lá às 22 horas. Ele participa de competições e sonha em obter patrocínio, incentivado pela mãe. Nelita só se preocupa com a violência dos jogos. "Converso a respeito com ele." (K.A.)


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