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  1. #1
    Suspenso
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    sobre o assassino do indio galdino(leiam)

    ta na hora de todo mundo c mobilizar e reclamar da uma olhada no email q recebi(deem copy paste na matéria e mandem pra todos da sua lista pelo menos todos vao saber da pouca vergonha)

    Um Assasino ganha R$ 6.600,00 por mês... assassino do índio Pataxó agora é funcionário federal e ganha R$6.600,00 por mês....

    É o fim da picada...

    Assassino do índio Pataxó agora é funcionário federal!
    Bruno, o rapaz que matou o Índio Galdino queimado foi libertado, "passou" no concurso público e agora ganha R$ 6.600,00 por mês.

    "Nomeado com louvor", este foi o título da reportagem do Correio Brasiliense do dia 22/12/02, a respeito da seguinte situação:

    O filho do presidente do TJDF, Bruno (aquele marginalzinho que pôs fogo no índio pataxó), fez concurso público para o cargo de segurança (12 vagas disponíveis; salário de R$1.300,00; nível exigido 2º grau) e ficou em 65º lugar. Depois do resultado do concurso, o número de vagas aumentou para 70!

    Após 12 dias no cargo, ele foi promovido a dentista do TJDF para ganhar R$ 6.600,00. O presidente do TJDF, o pai, juiz (?!) Edmundo Minervino, ainda teve a cara-de-pau de afirmar na entrevista: "Não houve ato ilegal nenhum".

    Depois dessa vergonha toda, nós, cidadãos brasileiros, perguntamos:

    1) Se Bruno é tão bom assim, por que não fez concurso para o cargo de dentista?

    2) Por que aumentar o número de vagas exatamente para 70?

    3) Como estão se sentindo as outras pessoas que foram melhores colocadas que Bruno no concurso? Será que, algum dia na vida, estas pessoas vão ganhar R$ 6.600,00? E os outros profissionais que já estão trabalhando há mais tempo no TJDF?

    4) O que se pode esperar de um país que tem na sua justiça um juiz federal com esse comportamento?

    E mais duas perguntas que não querem calar:

    1) Que julgamento foi esse, que pena foi essa que o assassino cruel de uma pessoa já cumpriu, já foi solto e até teve tempo de fazer concurso e tudo?

    2) Assassinos podem fazer concurso público?

    O objetivo deste e-mail é tentar alcançar o maior número de pessoas possível para mostrar como o coronelismo e paternalismo ainda existem fortemente no serviço público brasileiro.

    Tomara que este e-mail chegue até ao meritíssimo (?) Sr.Minervino ou ao Bruno ou, melhor ainda, a algum promotor de Justiça para impedir essa baixaria...

    Repasse este e-mail! Faça um favor para o nosso País.

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  3. #2
    Suspenso
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    pois é, mas comigo nao deixo em branco nao da uma olhada na lista de email q mandei a reportagem
    http://www.fazfacil.com.br/Emailsfamosos_1.htm

    c quiserem mandar para o joaokleber entre outros mandem de novo q é bom para eles fazerem reportagem sobre o tema, só nao achei do marcelo(linha direta), datena entre outros(c acharem mandem)...

  4. #3
    Suspenso
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    desencana tudo boato de algum amigo malicioso, olha o q achei:
    Essa história transformou-se num verdadeiro "samba do crioulo doido", mas apenas a primeira linha do título é lenda.

    Verdade: houve um assassinato covarde e cruel.

    Em 20 de abril de 1997, Dia do Índio, alguns rapazes de "boa família" (!) de Brasília assassinaram o índio Pataxó Galdino Jesus dos Santos enquanto ele dormia. ("Foi brincadeira", alegaram os assassinos.) Um destaque para a covardia dos assassinos pertencentes a "boas famílias": o índio dormia quando foi queimado.

    Os assassinos não teriam sido julgados nem condenados se não tivesse havido pressão da opinião pública brasileira e de organismos internacionais.

    Verdade: houve mais um dos muitos casos de nepotismo envolvendo o judiciário.

    O filho do presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal - TJDF fez concurso para segurança desse mesmo tribunal. Eram doze as vagas e o filho do juiz-presidente obteve o sexagésimo quinto lugar. As vagas disponíveis foram aumentadas para 70 e o filho do presidente foi nomeado para integrar os quadros de vigilância do TJDF.

    Doze dias depois de nomeado segurança, o filho do juiz-presidente foi promovido e nomeado dentista, agora com o salário de R$ 6.600,00. Tudo dentro da lei, é claro.

    Os fatos existiram: o assassinato, a tentativa de não punir os assassinos, o nepotismo (apenas um caso a mais). Os assassinos do índio Pataxó são parentes de gente do judiciário em Brasília. O dentista é filho do presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal - TJDF.

    Houve troca de nomes e de situações o que provocou o surgimento dessa mensagem que circula desde dezembro de 2001.

    Tudo é bem explicado no jornal Novo Milênio em Minervino me enerva. Diz o Novo Milênio: a mãe do índio Galdino é Minervina de Jesus. O ex-segurança e dentista nomeado é Bruno Minervino, filho de Edmundo Minervino presidente do TJDF. Confusão de nomes e de situações: o nome da mãe do índio assassinado, Minervina, transformou-se em Minervino, sobrenome dos envolvidos em mais este caso de nepotismo.

    Verdade: o doutor Bruno Minervino, segurança durante doze dias do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e atualmente dentista desse mesmo tribunal, não teve nenhum envolvimento com o assassinato do índio Galdino.

    A repulsa, a indignação do cidadão e do contribuinte é o que existe em comum entre os dois casos - o assassinato e o nepotismo.

    Veja mais sobre o assassinato de Galdino, o índio Pataxó, em:

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