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    Matéria interessante sobre jogadores

    Matéria interessante, em especial a opinião desse pesquisador mexicano, Guillermo Orozco.
    infelizmente a mentalidade dos pais, governantes e autoridades atuais não deve mudar tão cedo, espero que a próxima leva seja mais racional.



    " Tecnologia: vilã ou mocinha

    Diogo Dreyer com agências [21/06/2006]

    Há até poucos anos especialistas e psicólogos se enfrentavam em suposições sobre as conseqüências do aparecimento de jovens "viciados" em tecnologia, fosse na vida cotidiana, fosse na vida escolar. Hoje, se ao menos não se sabe ao certo quanto da tecnologia é vilão e quanto é mocinho, já se pode discutir com mais propriedade. Na China, por exemplo, um total de 13,2% dos adolescentes é "viciado" em internet e outros 13% são "dependentes", segundo um estudo da Associação de Internautas Adolescentes da China. O estudo indica que apenas em Xangai cerca de 100 mil menores entram diariamente em cibercafés, o que é ilegal no país.

    Um ponto negativo do acesso à rede, diz a imprensa oficial daquele país, é que 43% dos estudantes do ensino fundamental, segundo uma pesquisa recente, admirem os chamados hackers, e que 33% pretendam ser como eles algum dia. A China hoje é o segundo mercado mundial de usuários de internet, com 111 milhões de usuários - atrás apenas dos Estados Unidos.

    Por causa disso, o governo chinês precisou até mesmo licenciar clínicas médicas para tratamentos rígidos, muita vezes com choques elétricos, para pessoas consideradas viciadas em internet. Entre os alvos dos tratamentos, claro, estão principalmente adolescentes e jovens. De acordo com médicos chineses, a maioria dos jovens viciados na grande rede sofre de depressão, estresse, angústia, indisposição para outras atividades, agitação, síndrome do pânico, distúrbios do sono e até tremores.

    Mas esse é apenas um dos extremos. O mexicano Guillermo Orozco, mestre e doutor em Educação pela Universidade Harvard, enxerga um panorama totalmente diferente. Para ele, crianças e adolescentes que jogam muito videogame e não saem da internet têm inteligência superior aos demais. Os jogos, diz, fazem com que eles aprendam a utilizar métodos científicos, onde é preciso descobrir as regras, trabalhar com hipóteses e achar soluções. "O jogo é estimulante e gratificante porque o desafio é permanente", diz.

    Orozco, no entanto, acha que qualquer tecnologia - inclusive a televisão - deve ser afastada de bebês de até 2 anos. "Eles precisam viver uma etapa sem representações tecnológicas do mundo, têm de ver a vida com seus próprios olhos". Professor da Universidade de Guadalajara, Orozco afirma que o problema é que a maioria das pessoas ainda acredita que "educativo é apenas aquilo que se ensina". "É preciso abandonar a ênfase no ensinamento e colocá-la na aprendizagem. Na internet, para buscar as coisas e clicar aqui ou ali tem de se tomar decisões. A criança aprende a pensar logicamente".

    Geração celular

    Para a psicóloga Suzy Zveibil Cortoni, hoje os jovens são caracterizados como a Geração Digital (formada por pessoas que nasceram em meados dos anos 80s). "Quando tecnologias como a internet e celulares começaram a surgir, eles ainda eram muito novos para que se fizesse uma avaliação. Agora que já têm idade suficiente para tomar suas próprias decisões, fica mais visível quem são, e a forma como estão se definindo as novas regras de seu consumo", explica Cortoni, que é diretora da ComSenso Agência de Estudos do Comportamento.

    Assim como os representantes mais velhos da Geração X (seus antecessores), segundo Cortoni, a Geração Digital (também definida/conhecida como Geração Y) está identificada com o forte uso da tecnologia. "Mas enquanto o computador era o maior ícone dos jovens de ontem, os de hoje já incorporaram intensamente esse equipamento ao seu cotidiano, elegendo, pelo seu lado, o telefone celular como símbolo deste novo momento", avalia a psicóloga.

    E o resultado é que atualmente, em qualquer lugar, sozinhos ou em grupo, estes jovens estão manuseando, falando, testando e descobrindo novas formas de interagir entre eles através do seu aparelho. "Por meio do celular, além do objetivo básico que é falar, também é possível enviar mensagens, jogar, assistir a programas de TV, tirar fotos, filmar, ouvir rádio, receber notícias, acessar internet, entre muitas coisas. E com a chegada de uma nova geração tecnológica, esses recursos certamente serão ainda mais ampliados".

    Bom exemplo do jovem da Geração Digital de Cortoni é a estudante Fabíola Pacheco Reis. Com 14 anos, a adolescente diz que não vive mais sem o celular. "Não dá para fazer muita coisa com o meu aparelho porque ele é pré-pago. Mas como o que eu e minhas amigas mais fazemos é mandar mensagens e tirar fotos, o dinheiro não importa muito", revela. De fato, segundo dados do site Teleco, especializado em dados de telefonia, o SMS corresponderá a mais de 70% dos serviços não voz das operadoras brasileiras em 2006.

    Além disso, espera-se que 60% dos usuários das operadoras utilizem estes serviços, a maioria, jovens. "É difícil usar o celular para ligar. Receber tudo bem. Minha mãe sempre quer saber onde eu estou. Já com os amigos, quando não nos comunicamos por celular, é por MSN", conta a estudante. O MSN é o instant messenger da Microsoft, outra coqueluche entre os adolescentes.

    "Estranho hoje é não ter um Playstation 2", diz garoto

    Mas e o computador nessa história toda? "Olha, computador para mim é como televisão. Faz parte da casa", aponta o estudante Diego Ribas Cachoeira, de 16 anos. "Estranho hoje é não ter um Playstation 2", acredita, referindo-se ao videogame da Sony, recordista de vendas no mundo e líder na preferência dos brasileiros. Para Guillermo Orozco, os pais acham que os filhos ficam três ou quatro horas jogando videogame porque estão viciados. "Mas o que acontece é que o jogo é muito estimulante e gratificante porque o desafio é permanente. Claro que qualquer excesso é negativo, que não podemos apenas ficar jogando videogame, mas nem sempre é um vício".

    E como lidar com o conteúdo muitas vezes violento dos jogos? "Há pesquisas que mostram que o menos importante de um videogame é o conteúdo, ele é apenas um pretexto para a ação. A narrativa não importa muito. Por outro lado, há sim jogos violentos. Mas há também os que se desenvolvem em cenários democráticos. Já a violência na TV é diferente porque nela o que importa é o conteúdo, o narrativo", aponta.

    Outra unanimidade apontada tanto por Diego quanto por Fabíola é não viver mais sem o site de relacionamentos Orkut. "Conheço pouco o site aqui no México, mas vejo algo mais positivo que negativo. É a mesma idéia dos blogs, que permitem uma socialização da intimidade e até ajuda de maneira terapêutica. Mas temos de advertir as crianças sobre os perigos, de que não se deve dar informações muito pessoais para qualquer um. No entanto, um professor pode abrir um blog com um tema e pedir aos alunos para opinar nele, assim se aproveita a tecnologia. Se isso emociona tanto os jovens não se pode perder a oportunidade de usá-lo na educação". "

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  3. #2
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    legal, li tudo.... realmente ficar sem cel é meio desesperador.

  4. #3
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    "Os jogos, diz, fazem com que eles aprendam a utilizar métodos científicos, onde é preciso descobrir as regras, trabalhar com hipóteses e achar soluções"

    Exagerou.

    Jogos estimulam? Depende.
    Jogos ensinam a utilizar metodos cientificos? Que afirmação ridiculoa. Prove-a.

    Enfim, esse mexicano exagerou.
    Um viciado em jogos de computador ser mais inteligente que outro da mesma idade que joga, mas usa seu cérebro principalmente em leituras e raciocinios sobre uma gama grande de tópicos? Duvido.

    Jogos sao um desafio sim, mas depois que viram vicio, nao passam de meros passa-tempo.

    Enfim, qualquer tecnologia nova com o tempo passa a ser rotineira, ai os "bens miraculosos" que esses "estudos" apontam para elas desaparecem, como tudo na vida. Isso tudo que apontam sao suposições, teses, nada provado.

    Exemplo: segundo essa materia um garoto que joga 4 horas de video-game por dia esta ganhando com isso. Eu considero que um que joga 1h e passa as outras 3h lendo ganha MUITO mais.

    O que realmente diferencia uma pessoa de outra é o quanto ela de fato raciocina em diversos meios: internet, livros (principalmente), televisao, cinema. Enfim, uma gama variada. Erra quem pensa que fica mais esperto apenas por ficar jogando indefinidamente joguinhos de computador ou fuçando no celularsinho.

    Não à toa vemos que a molecada de hoje é a mais burra, nao consegue articular ideias direito, nao conseguem escrever uma redação com conteúdo consistente. Enfim, perdem mto tempo com essas mirabulosas "tecnologias" e esquecem o que realmente importa e faz diferenca.
    Última edição por Baskiat : 24-06-2006 às 17:17

  5. #4
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    Citação Citando Baskiat
    "Os jogos, diz, fazem com que eles aprendam a utilizar métodos científicos, onde é preciso descobrir as regras, trabalhar com hipóteses e achar soluções"

    Exagerou.

    Jogos estimulam? Depende.
    Jogos ensinam a utilizar metodos cientificos? Que afirmação ridiculoa. Prove-a.

    Enfim, esse mexicano exagerou.
    Um viciado em jogos de computador ser mais ingeligente que outro da mesma idade que joga, mas usa seu cérebro principalmente em leituras e raciocinios sobre uma gama grande de tópicos? Duvido.

    Jogos sao um desafio sim, mas depois que viram vicio, nao passam de meros passa-tempo.

    Enfim, qualquer tecnologia nova com o tempo passa a ser rotineira, ai os "bens miraculosos" que esses "estudos" apontam para elas desaparecem, como tudo na vida. Isso tudo que apontam sao suposições, teses, nada provado.

    Exemplo: segundo essa materia um garoto que joga 4 horas de video-game por dia esta ganhando com isso. Eu considero que um que joga 1h e passa as outras 3h lendo ganha MUITO mais.

    O que realmente diferencia uma pessoa de outra é o quanto ela de fato raciocina em diversos meios: internet, livros (principalmente), televisao, cinema. Enfim, uma gama variada. Erra quem pensa que fica mais esperto apenas por ficar jogando indefinidamente joguinhos de computador ou fuçando no celularsinho.

    Não à toa vemos que a molecada de hoje é a mais burra, nao consegue articular ideias direito, nao conseguem escrever uma redação com conteúdo concistente. Enfim, perdem mto tempo com essas mirabulosas "tecnologias" e esquecem o que realmente importa e faz diferenca.

    Concordo com a última frase principalmente, mas o que tu falou é certo. Foi o que meu professor disse, como exemplo, sobre o café. As primeiras vezes algumas pessoas tomam apenas pra ficarem acordadas, com o tempo vão viciando e o efeito vai cada vez mais desaparecendo, deixando só o vício.

    Tem uns caras na minha sala que são uma negação pra uma redação, acho que uns 35 de 45 tem textos lamentáveis, pouco coerente e recheado de erros infantis de português e concordância. Muitos professores no meu colégio estão até preucupados com isso. Pra ter uma idéia, a média de uma prova de literatura, nível médio, só de interpretação, foi de 0.5/10. A metade não consegue nem mais interpretar um simples texto. Desses 35 ruins, metade é alienada por computador e os outros são aqueles que só querem saber do fim de semana e não tão nem ai pro resto. 90% são aficcionados por câmeras digitais e celular, tanto que todos os dias o celular toca dentro da sala. Sem falar que o nível de repetentes aumentou de uma forma impressionante.

    Sei lá, as coisas andam bastante lamentáveis hoje em dia, têm cada vez menos pessoas dedicadas na faixa entre 13-18 anos por ae, tá ficando foda.

  6. #5
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    Baskiat, você tem toda razão quanto a dosar as coisas.
    Acredito que o estímulo e o raciocínio no jogo evoluem, mas também não concordo que só internando uma criança no Pc vai deixar o guri super esperto.
    Ler é muito importante sem dúvida, agradeço por não usar tanto computador até minha adolescência, pois lí bastante até essa época.
    Iinfelizmente, hoje em dia todo mundo quer tudo muito rápido, informação, estimulo... ninguém tem mais paciência de ler um livro até o fim...eu mesmo, pra pegar um livro e levar até o fim tá difícil...
    O resultado tá na sala de aula como o Smithh falou, o cara não consegue se expressar numa redação, a linguagem fica abreviada, e pra frente sei lá o que vai virar.

  7. #6
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    Juro que não entendo porque livros são assim tão glorificados. Sim, estimulam a criatividade, mas tantas outras coisas também...

  8. #7
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    Citação Citando Quetzacoalt
    Juro que não entendo porque livros são assim tão glorificados. Sim, estimulam a criatividade, mas tantas outras coisas também...
    Enfim, meio ambígua sua afirmação. Nao sei se vc critica a glorificação APENAS da criatividade em detrimento das outras ou critica a leitura de livros em si.
    Última edição por Baskiat : 24-06-2006 às 17:24

  9. #8
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    Citação Citando Baskiat
    Enfim, meio ambígua sua afirmação. Nao sei se vc critica a glorificação APENAS da criatividade em detrimento das outras ou critica a leitura de livros em si.

    Bem, talvez porque nos livros vc use ativamente seu cérebro, ao invés de um mero especatdor passivo diante de imagnes bonitas como em filmes, jogos ou televisão. Numa leitura vc raciocina, imagina, usa discernimento, pensa, deduz, enfim, nao se compara o valor de um livro com qualquer outro meio.

    Mas cara, voce acha que uma pessoa usa mais o cérebro assistindo sei lá, magnolia, Pi ou até dogville ou lendo Código Davinci?

    Não adianta falar que dan brown não é literatura porque você falou de meio.

    O que eu quis dizer com a glorificação é isso de todo mundo ligar livros com intelectualidade e todo o resto com vagabundagem e burrice. Cada meio pode ser usado de um jeito desafiador e inteligente...

  10. #9
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    o problema eh que os jogos são realmente um estimulo pro cerebro, se nao fosse, ninguem jogava.

    agora oq o baskiat falou, eles estimulam o cerebro, mas com informações que não são importantes pra vida na maiora dos casos.

  11. #10
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    Citação Citando Quetzacoalt
    Mas cara, voce acha que uma pessoa usa mais o cérebro assistindo sei lá, magnolia, Pi ou até dogville ou lendo Código Davinci?

    Não adianta falar que dan brown não é literatura porque você falou de meio.

    O que eu quis dizer com a glorificação é isso de todo mundo ligar livros com intelectualidade e todo o resto com vagabundagem e burrice. Cada meio pode ser usado de um jeito desafiador e inteligente...
    Entendi.

    Mas comparemos um bom filme contra um bom livro: por melhor que o filme seja, ele nao estimula o cérebro da pessoa da mesma forma que o bom livro. Isso que eu quero dizer.

    Logicamente que existem livros bobos, apenas de aventuras, que nao acrescentam nada na vida da pessoa, como por exemplo o Codigo Da Vinci. E da mesma forma existem filmes que te fazem pensar, nao exatamente como um livro faria, mas te fazem raciocinar sim.

    O que vc falou sobre todo mundo associar livros com intelectualidade e o resto com burrice nao esta correto: existem livros de entretenimento apenas, assim como existem livros para se pensar. Existem filmes de arte, filmes inteligentes, assim como os que apenas divertem.

    Mas "no geral" e correndo o risco de generalizar, os livros te fazem mais pensar, pelo simples fato de que ler eh uma tividade ativa, e nao passiva. Ler é algo que requer mais energia do que sentar na frente de uma tv e apenas assistir, entenda.

  12. #11
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    Citação Citando BlackOmega 99
    o problema eh que os jogos são realmente um estimulo pro cerebro, se nao fosse, ninguem jogava.

    agora oq o baskiat falou, eles estimulam o cerebro, mas com informações que não são importantes pra vida na maiora dos casos.
    Mais ou menos isso. Embora eu ainda ache que alguem que perde 4h jogando contra alguem que passa 4h lendo um livro, o ultimo sai mais "esperto" que o primeiro . Pelo mesmo motivo que eu falei: alem do livro também ser estimulante, também o é uma atividade ativa e nao passiva.

    Por exemplo um jogo sobre a segunda guerra, como o DoD e um livro sobre a segunda guerra. O jogo é estimulante? Absolutamente sim. Mas apenas isso. As imagens, os sons, tudo vc apreende de forma passiva, pois tudo eh desenhado pra vc na sua frente, na tela.

    Agora o livro da segunda guerra? Bem, vc precisa ler, e a partir dai vc vai imaginando tudo: sons, imagens, efeitos, sentimentos. Sem contar na trama do livro, que requer outra dose de entendimento. Enfim, eh uma atividade bem mais rica, estimulante e que te prende a atenção do que um jogo. Isso que quero dizer.

    Façam o teste vcs mesmos: assistam um filme de terror, depois um jogo de terror e por ultimo um livro de terror, e me respondam qual lhes assustou mais e prendeu mais a atencao.

  13. #12
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    Citação Citando Baskiat
    Mas "no geral" e correndo o risco de generalizar, os livros te fazem mais pensar, pelo simples fato de que ler eh uma tividade ativa, e nao passiva. Ler é algo que requer mais energia do que sentar na frente de uma tv e apenas assistir, entenda.

    o problema é que são poucos os que lêm os livros que fazem a diferença. Tenho amigos e amigas que chamam alguem de burro por nao ler e quando pergunto autor preferido dizem Paulo Coelho ou mesmo o Dan Brown.

    Esse preconceito de que qualquer livro é bom faz a galera deixar de investir em coisas que elas se empenhariam (e aprenderiam) mais só para não ser taxado de burro.

  14. #13
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    Citação Citando Baskiat
    Façam o teste vcs mesmos: assistam um filme de terror, depois um jogo de terror e por ultimo um livro de terror, e me respondam qual lhes assustou mais e prendeu mais a atencao.

    Nao é bem livro, mas um exemplo que eu passei foi quando li o roteiro do Panico 2 antes de ver o filme. Nossa, o roteiro mil vezes mais assustador, eu imagina as cenas mais macabras possiveis. O negócio em leitura é medo, não susto, por isso é melhor. hehehe

  15. #14
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    cara, vcs tão meio q falando besteira

    o lance dos livros são os livros DIDÁTICOS. essa historia de q ler livro é melhor se refere a livros didáticos. livros narrativos, quaisquer q sejam não enriquecem nada além do vocabulário e cultura inútil (curiosidades) de um indivíduo. a não ser q vc queira ir para aquele programa do canal people & arts q os velhos respondem perguntas sobre caracteristicas individuais de cada pais pelo mundo todo, leitura de livros de ação, aventura, romance, suspense, casos policiais, etc são apenas diversão.

    ou seja, ler não quer dizer mta coisa. vc aprende MTO MAIS fazendo uma pesquisa de 20min no google/wikipedia na internet do q fazendo a msm pesquisa por 30 min na BARSA q vc tem em casa ou msm na biblioteca municipal.

    agora deixar de ler livros didáticos ou de auto ajuda (auto ajuda em geral, nao to falando de livrinhos fofinhos como "1001 maneiras de enlouquecer uma mulher na cama", to falando de livros de reflexão sobre o sentido da vida e como ser uma pessoa melhor, tipo aqueles livros budistas/espiritas que te abrem a cabeça pro mundo) para jogar videogame e praticar esportes (sim, tem gente q é viciado em esporte, vide o irmão do mlk lá do forum q tá matando aula pra jogar bola e bater embaixadinhas) ai sim é perda de tempo (se exagerar, é obvio q ngn vai deixar de bater uma bolinha ou dar uns headshots pra zerar a literatura mundial)

    eu jogo videogame axo q desde uns 4 ou 5 anos (não lembro), logo q consegui, entrei na aula de inglês e terminei o curso com 15/16 anos (por estimulo dos jogos), sempre fui mto inteligente (e mto vagabundo pros estudos, ano passado foi ano de vestibular e eu devo ter estudado menos de 10h em casa no ano inteiro e passei em sétimo no curso de engenharia de computação na UFES, fiz 4 pontos a mais (de 180) q meu colega q é tbm inteligente E estudioso e ficou em primeiro em ciencias de computação - em contrapartida eu sempre aproveitei ao máximo as aulas na escola) e mto didático.

    sobre o método científico, o cara está certo. qnd alguma coisa aki em casa dá problema, eu vou cercando até resolver (ou por preguiça, ignoro, eauiheaiuaeh). um exemplo claro eh a antena da televisão. a antena aki tem um ponto critico na janela (tem uma emenda no cabo), dps tem a caixinha q separa o sinal pro meu quarto e pros outros. sempre q dá problema nos outros quartos (o meu geralmente pega melhor por ficar mais perto) as 3 mulheres aki de casa (minha irmã, vó e mãe) vão sempre querendo mexer nos 2 pontos criticos, eu já uso a cabeça e falo pra mexer só onde divide, pq se no meu tá bom, é sinal q a emenda do cabo q vem da antena direto não é o problema. tá bom q é coisa simples, mas é só exemplo, e nós todos aki já pensamos proceduralmente, passo a passo em como as coisas funcionam.


    mais uma coisa:
    vamos pegar 2 tops

    livro bom e jogo bom
    codigo da vinci. realmente o livro é mto bom, mas é história fictícia. e por isso tá dando tanta confusão, nego confunde as coisas. mas no final é tudo ficção. o q mudou na sua vida? mais uma intriga e talvez uma crise pessoal na própria fé.

    resident evil 1 e 2: historia bizarra (pensando no mundo antes da tecnologia) mas complexa/completa. a historia vai se desenrolando, o q caracteriza o desafio, a vontade de continuar (msm coisa com os rpgs em geral de videogames). sem falar q tem o desenvolvimento da coordenação motora (dos dedos), do raciocinio (com os puzzles e gerenciamento de espaço no inventario/itens de cura (quando curar)) e da lógica (além dos puzzles vc tem q ligar os fatos e preencher as lacunas da história). ah, e vc ainda desenvolve o seu inglês (pelo menos vai atrás de um dicionario pra achar as palavras chave)



    agora vejamos o outro lado da moeda. os livros didaticos. eu nessa minha curta vida de 18 anos li 2 livros por conta propria. um sobre html e outro sobre flash. foi mto bom, aprendi mto, principalmente com o flash, sobre programação, q vai ser minha area de atuação (juntamente com engenharia eletrica) profissional. hj eu vejo a importancia de vc saber estudar sozinho com um livro de teoria sem medo de ser feliz. pegar um livro de calculo e ir estudando é MTO FODA. logico q fazer exercicio eh um porre, mas aprender a teoria adiantado pra chegar na aula e vc já saber tudo é uma benção (nao q eu o faça, eu sou preguiçoso msm).


    agora se vc for usar a tecnologia (internet) pra aprender.. ai vc ta lascado. eu tenho uns 3 e-books de haskell aki (www.haskell.org, é a linguagem q a gente ta aprendendo) mas mal dei umas lidas antes de começar o curso. ler na tela do computador é mto incomodo. já com uma apostila impressa a historia eh outra.
    Última edição por Spidey : 24-06-2006 às 22:06

  16. #15
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    Citação Citando Spidey-BR
    cara, vcs tão meio q falando besteira

    o lance dos livros são os livros DIDÁTICOS. essa historia de q ler livro é melhor se refere a livros didáticos. livros narrativos, quaisquer q sejam não enriquecem nada além do vocabulário e cultura inútil (curiosidades) de um indivíduo. a não ser q vc queira ir para aquele programa do canal people & arts q os velhos respondem perguntas sobre caracteristicas individuais de cada pais pelo mundo todo, leitura de livros de ação, aventura, romance, suspense, casos policiais, etc são apenas diversão. (...)
    Errado.

    Como eu falei mais em cima, leitura é uma atividade infinitamente mais rica e ativa que jogar, assistir tv, ou ver filmes: requer imaginação, raciocínio (maior ou menor dependendo do tema), crítica, enfim, é uma atividade que puxa mais o cérebro. Não é a toa que mtos dormem lendo livros.

    E nao me refiro a livros didáticos.

    Posso citar milhares de livros, entre eles romances, que te fazem pensar sobre determinados assuntos.

    Das duas uma: vc afirmar que conhecimento é apenas conseguido pelos livros didáticos, e nao de outros temas, ou vc leu poucos livros na sua vida, ou nao entendeu os que leu de temas não-didáticos.
    Talvez pela sua idade (18 anos certo?) vc nao tenha tido oportunidade de ler mtos livros e dessa maneira poder formar uma opinião mais acertada acerca do poder dos mesmos.

    Edit: um adendo. O que eu digo nao se restringe apenas aos livros. Minha argumentação se baseia no ato de ler. Ler eh fundamental. E infinitamente mais importante que jogar, ver, etc. Isso que eu digo. Leiam, leiam de tudo, desde livros didáticos até bula de remédio.
    Última edição por Baskiat : 24-06-2006 às 23:06

  17. #16
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    eu concordo q ler é importante, mas o conteudo dos livros em geral não é tão importante para o desenolvimento.

    os livros em geral podem desenvolver imaginação sim, mas não trazem conhecimento mto útil.
    já os jogos, q definitivamente não trazem conhecimento útil, desenvolvem imensamente o raciocínio e a lógica.

  18. #17
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    Tá de *SACANAGEM* comigo se você vem dizer com toda a sinceridade que você acredita que livro que traz "conhecimento" é exclusivamente livro "didático".

    Não faz isso não cara.
    Não faz isso.

  19. #18
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    Essa matéria não disse nada de novo, apenas números interessantes. No mais tudo a maioria aqui sabia ou imaginava.

    Ta certo que os jogos estimulam a mente da pessoa, mas as vezes estimula TANTO que ela pensa sempre, digamos logicamentede, de uma forma (MUITO BEM) e de outra muito mal. Isso é extremamente relativo. As vezes a pessoa não consegue se concentrar em certas situações e em outras se concentra muito bem, coisa do tipo (nem estou falando de mim, hoje perco mais tempo em fórum que jogando, isso sim é vício).

    Mas o problema PRINCIPAL do vício é a pessoa se tornar anti-social. Muitas vezes a comunidade virtual se torna uma FUGA para alguém que já não se socializa direito, não tem aquele físico desejado ou até mesmo dinheiro.. e isso prejudica E MUITO a formação dela. Ela pode ser MUITO inteligente, mas não saber se relacionar com professor, conversar com o porteiro que você ve todo dia, com o "manobrista" do elevador da faculdade, enfim, até mesmo fazer um diálogo olhando pro rosto da pessoa, o jogo excessivo prejudica essa parte. NADA em excesso é bom (sexo drogas e rock'n roll tavez).

    Outra coisa que está "acabando" com a sociedade é o uso de ICQ/MSN. Se notar os jovens que cresceram usando esses programas de mensagem instantânea TEM PREGUIÇA de escrever uma palavra inteira. Mal usam regras de pontuação. Isso sim é um ABSURDO. Vide o fórum onde vira e meche aparecem tópicos completamente ilegíveis porque o indivíduo mal consegue se expressar (eu, como muitos aqui, sofri nessa parte mas faço de tudo para escrever sempre o melhor possível, e acredite, ajuda e MUITO na faculdade).

  20. #19
    Membro Avatar de corvin
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    Tem uns caras na minha sala que são uma negação pra uma redação, acho que uns 35 de 45 tem textos lamentáveis, pouco coerente e recheado de erros infantis de português e concordância. Muitos professores no meu colégio estão até preucupados com isso. Pra ter uma idéia, a média de uma prova de literatura, nível médio, só de interpretação, foi de 0.5/10. A metade não consegue nem mais interpretar um simples texto. Desses 35 ruins, metade é alienada por computador e os outros são aqueles que só querem saber do fim de semana e não tão nem ai pro resto. 90% são aficcionados por câmeras digitais e celular, tanto que todos os dias o celular toca dentro da sala. Sem falar que o nível de repetentes aumentou de uma forma impressionante.
    Aqui tá quase, mas não de forma tão terrível assim


    vc aprende MTO MAIS fazendo uma pesquisa de 20min no google/wikipedia na internet do q fazendo a msm pesquisa por 30 min na BARSA q vc tem em casa ou msm na biblioteca municipal.
    Quem sabe isso realmente seja verdade para você, mas quem garante que se outra pessoa fizesse isso, ela conseguiria separar as informações que realmente interessam daquelas "inúteis" para a pesquisa (mas quem sabe úteis para um maior conhecimento geral)?

    Agora um caso pessoal:quem sabe que isso aconteça com outras pessoas... as vezes eu pesquiso algo na internet, e como sempre, entro no Google/Wikipedia, digito e aperto enter. Leio os resultados mais interessantes, e normalmente nesses sites tem links para outros assuntos, acabo julgando-os interessantes, e começo a perder tempo lendo coisa que não era pra ser lida
    Eu sei que tenho que aprender a me controlar, felizmente esse ano não tive (e espero que não tenha até terminar EAIUOHEIE) nenhum trabalho pro colégio (to no 3º ano )

    Resumindo e generalizando, esses "desvios de pesquisa" podem ser pura perda de tempo, já que pode ser meio dificil assimilar algo que não estava nos seus objetivos.


    Por exemplo um jogo sobre a segunda guerra, como o DoD e um livro sobre a segunda guerra. O jogo é estimulante? Absolutamente sim. Mas apenas isso. As imagens, os sons, tudo vc apreende de forma passiva, pois tudo eh desenhado pra vc na sua frente, na tela.
    Um jogo que eu jogava muito era Civilization 2 (até tentei jogar o 3, mas achei muuuuito complicado -além de pesado pro meu P233 - acho que por falta de vontade de tentar jogar ), era legal que você tava lá jogando, dae de repente a sua "civilização" descobria algo novo, tipo "Navios a vapor". Sempre que aparecia algo que eu tinha visto nas aulas de História eu tinha mais vontade de prestar atenção nas aulas

  21. #20
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    Sempre joguei video-game e acho que melhorou bastante minha "cabacidade" de raciocinio tambem. Jogos de estrategia, jogos de aventura, de tiro...tudo melhora um pouco.
    Eu sempre odiei ler romances...sempre fui puxado pra exatas...hoje faço faculdade de computaçao pra quem sabe um dia mexer com jogos(quem sabe neh, ta pertinho).
    Passei na USP sem ler um romance sequer que pedem no vestibular...minha nota de portugues nao foi uma das melhores, porem esta longe de ser entre as piores. Fiquei na media. Ai quando vieram as materias "logicas" de exatas na prova da Fuvest, simplesmente tirei a maior nota da minha sala(que passou).
    Concluindo, acho muito complicado falar que ler um livro romance vai te ajudar pra caramba e jogar video-game vai te prejudicar...eh tudo relativo...

  22. #21
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    Pow spidey, se tem saco de escrever um texto desse tamanho pra dizer que só leitura didatica é bom?

    E a criatividade?

    Codigo da vinci acho ruim exatamente por isso. A historia é mastigadinha, parece um filme hollywoodiano. Não tem criatividade nenhuma em ler aquilo...

  23. #22
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    Citação Citando GaBRa-RoXÊ
    Sempre joguei video-game e acho que melhorou bastante minha "cabacidade" de raciocinio tambem. Jogos de estrategia, jogos de aventura, de tiro...tudo melhora um pouco.
    Eu sempre odiei ler romances...sempre fui puxado pra exatas...hoje faço faculdade de computaçao pra quem sabe um dia mexer com jogos(quem sabe neh, ta pertinho).
    Passei na USP sem ler um romance sequer que pedem no vestibular...minha nota de portugues nao foi uma das melhores, porem esta longe de ser entre as piores. Fiquei na media. Ai quando vieram as materias "logicas" de exatas na prova da Fuvest, simplesmente tirei a maior nota da minha sala(que passou).
    Concluindo, acho muito complicado falar que ler um livro romance vai te ajudar pra caramba e jogar video-game vai te prejudicar...eh tudo relativo...
    Eu corrigi o que falei sobre livros.

    O ato de ler é importante.

    Erro meu colocar livros de romance em alta. Na verdade o que eu queira dizer é que leitura eh mais importante que jogos. O que de fato o é.

    Mas nao desmereço os jogos, em absoluto. Eu mesmo jogo, adoro alguns jogos. Mas tb consigo ver a importancia de ler. E hoje em dia os jogos disputam com os livros minha atenção.

    Jogos de estratétia, jogos de tiro, de adventure, ou xadrez por exemplo. Todo jogo estimula e faz vc raciocinar, com certeza. Mas se comparados com leitura (de novo, romances ou outra leitura de qualidade, de exatas por exemplo) não há como vencerem.

  24. #23
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    sei não hein... acho que deixar as crianças jogando jogos (mesmo que educativos) ao invés de brincando com paus e pedras é ruim... emburrece

  25. #24
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    Citação Citando Quetzacoalt
    Juro que não entendo porque livros são assim tão glorificados. Sim, estimulam a criatividade, mas tantas outras coisas também...
    supervaloriazação da cultura abstrata, super desvalorização da cultura fisica. é um fato triste do mundo atual. Qualquer fulano que tiver que responder "Quem sabe mais, um pião de fazenda ou um cientista de foguetes?" vai direto no cientista de foguetes, quando nem sempre seria a resposta certa. um sabe diversas coisas que o outro não sabe.

    problema que os que discordam também são radicalistas. o negocio é ter um equilibrio. cultura abstrata vale tanto quanto cultura fisica. não mais, não menos

    sobre jogos estimular criatividade bla bla bla, eu concordo. e também concordo que jogo não vai fazer ninguem inteligente. isso depende muito da pessoa, talvez mais da pessoa do que do meio.

    Citação Citando Spidey-BR
    cara, vcs tão meio q falando besteira

    o lance dos livros são os livros DIDÁTICOS. essa historia de q ler livro é melhor se refere a livros didáticos. livros narrativos, quaisquer q sejam não enriquecem nada além do vocabulário e cultura inútil (curiosidades) de um indivíduo. a não ser q vc queira ir para aquele programa do canal people & arts q os velhos respondem perguntas sobre caracteristicas individuais de cada pais pelo mundo todo, leitura de livros de ação, aventura, romance, suspense, casos policiais, etc são apenas diversão.
    só minha opinião, mas voce nao poderia ter falado merda maior
    Última edição por UmK : 26-06-2006 às 1:36

  26. #25
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    Citação Citando UmK
    supervaloriazação da cultura abstrata, super desvalorização da cultura fisica. é um fato triste do mundo atual. Qualquer fulano que tiver que responder "Quem sabe mais, um pião de fazenda ou um cientista de foguetes?" vai direto no cientista de foguetes, quando nem sempre seria a resposta certa. um sabe diversas coisas que o outro não sabe.

    acho o exemplo mais ridiculo disso os testes de QI...

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