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  1. #1
    Suspenso
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    QUERO SABER by BIGODE

    SAUDACOES HOMeM!!!
    DAE GALERA GENTE BOA (O Q NAO INCLUI NATLOCO, LUIZ, ROCK KILLLER, ANTRAX URSO, HOMICIDA, CAFE COM LEITE, EGYPT GERAL PASMA E DUCK **)!!!! ROLOU UMA REUNIAO NO BOTECO DO BIGODE, E SURGIU UMA DUVIDA, DAE RESOLVEMOS FAZER UMA ENQUETE PRA SABER A OPNIAO DE VCS!!! ESTAVAMOS TOMANDO UMAS CERVEJINHAS, QD ENTRO UMA TANGA DE SAIA, DANCAMOS UM FUNK(VAI MAMADA) NUM RITMO FRENETICO, Q CABOU RESULTANDO EM UM FLOF, FLOF, FLOF, FLOF, DAE PENSAMOS..

    POR QUE MULHER USA CALCINHA??????

    O SEXO MASCULINO TEM PQ USAR CUECA, VCS JA SE IMAGIANARAM BATENDO UMA PELOTA (FUTEBOL) SEM CUECA?? IA SER DEFINITIVAMENTE DESCONFORTAVEL...

    MAS MULHER!!! MULHER NAO TEM POR QUE USAR CALCINHA!!! ENTRAMOS NUM CONSENSO, QUE DEVE SER PRA FICAR SENSUAL, MAS REALMENTE ACHO QUE UMA TANGA DANCANDO (ROLANDO UM FLOF, FLOF, FLOF, FLOF) SEM CALCINHA E MUITO MAIS SENSUAL, DEPOIS DE MUITAS CERVEJAS ACABAMOS EM CIMA DA MESA NUMA FAMOSA KAMA SUTRA E ACABAMOS NAO TENDO UMA IDEIA CONCRETA SOBRE O FATO...
    DAE RESLOVEMOS PEDIR A OPNIAO DOS KMARADAS DE UT MENOS(NATLOCO, LUIZ, ROCK KILLLER, ANTRAX URSO, HOMICIDA, CAFE COM LEITE, EGYPT GERAL PASMA E DUCK **), PRA DAR UMA OPNIAO,(CLARO Q SE A MULHAERADA DO UT QUISER DAR UMA OPNIAO VAI FACILITAR) SOBRE O FATO!!!!
    OBS: A OPNIAO DE HOMICIDA NAO INTERESSA, A DO ROCK E DO LUIZ NAO ROLA POR SE TRATAR DE HOMOSSSEXUAIS E SEREM DE MENOR!!!!

    DIGAM AE!!!! CHUTES NA COSTELA!!!

    100+ §§§§§§§§§

  2. # Publicidade
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  3. #2
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    affff

    .....minha opinião é a seguinte.
    Vc comeu coco quando era criança.
    seu retardado mental.


  4. #3
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    Manu,tomara que você morra!

    _|_

  5. #4
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    vai comecar d novo...

    100+

  6. #5
    Suspenso
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    re

    Originalmente enviada por CI.OverKiLL
    vai comecar d novo...

    100+
    Na boa... hj eu tenho q concordar com vc

  7. #6
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    Esse é o famoso principio da Isonomia, amigo Bigows

    Como elas querem ter os mesmo direitos que os homens, bom, ja viu né !!!

    Só que como nao ficava legal cuecas nelas, pq ia faltar alguma coisa e ia ficar meio largo, estranho (apesar de Avril Lavigne e Pink usarem), elas decidiram usar calcinha, pra sentirem-se mais iguais !!

    Capiche ??

  8. #7
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    Acho que rola que a turma feminina quando está usando calcinha se sente mais segura quando estiver subindo uma escada ou se sentar na frente com um vestido/saia mais curta... ver a calcinha de alguém é uma coisa, agora dar uma olhada e perceber que está sem, é outra história...

    []´s

  9. #8
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    Uma história bem antiga

    Os tecidos sintéticos e modelos sensuais e confortáveis que hoje dominam as lingeries têm em comum com os primeiros modelos de roupas íntimas apenas a finalidade. Ainda assim, os precursores da calcinha, sutien e outros artigos contemporâneos não tinham nem de longe a preocupação com estética e sedução.

    Os primeiros registros que mostram modelos de "calcinhas" datam do ano 40 A.C., em Roma. Pedaços de algodão, linho ou lã eram amarrados ao corpo como fraldas (deveria der Dahora hauahuahau). Faixas de pano também eram amarradas na altura dos seios. Os antecessores do sutien eram chamados de strophium ou mamilare, tendo sido esquecidos por séculos e até condenados pela inquisição medieval.

    Na Idade Média, a roupa íntima era usada na Europa pelas mulheres para poupar roupas caras e pesadas, difíceis de lavar, principalmente num período em que tomar banho estava longe de ser um hábito.

    O uso de uma espécie de calção, inspirado nos culotes masculinos, foi introduzido no século XVI por Catarina de Médicis, que o utilizava para montar a cavalo.

    A partir desse século, a roupa íntima feminina, mais elaborada e produzida com tecidos claros, começou a distinguir-se mais da masculina. Apertando mais a cintura e, posteriormente, os seios, dava a impressão de quadris bem largos.

    O desconforto do espartilho

    Foi quase cem anos depois que surgiu na Espanha o famoso espartilho. No começo, era feito de tecido rígido que cobria apenas o abdômen. Para apertar-se mais devidamente com eles, as damas utilizavam presilhas de aço. Ao contrário dos modelos que o sucederam, o espanhol não servia para modelar o corpo, e sim para disfarçar as formas, conforme as exigências da época.

    Cada vez mais apertada, essa peça acabou obrigatória para mulheres, provocando desconforto e não raros desmaios.

    Enquanto isso, espécies de calças mais curtas eram usadas como "calcinhas". Nos séculos XVIII e XIX, elas iam até a altura do joelho e tinham uma abertura na virilha que facilitava na hora de fazer as necessidades, uma vez que a peça era difícil de tirar.

    Os modelos que enclausuravam a mulher, achatando o busto, se consagraram nesse período. Uma longa camisa rendada isolava do corpo o corpete - uma verdadeira armadura que o moldava. Anáguas e calçolas completavam a indumentária feminina do século XIX. Algumas eram feitas de lã.

    O recato das mulheres que escondiam essas peças contrasta com o das dançarinas de can-can francesas, obrigadas a usar calcinhas caso levantassem as pernas acima da altura da cintura.

    O primeiro sutien

    Nesse final de século XIX, foi criado na França o precursor do sutien, numa tentativa de oferecer às mulheres mais conforto do que o repressor espartilho. A butique de Heminie Cadolle elaborou um modelo em tecido à base de algodão e seda, semelhante aos modelos atuais. As calcinhas, por sua vez, também sofriam alterações. Modelos justos, até os joelhos, eram confeccionados em novos tecidos no período de 1900 a 1914.

    Foi exatamente neste último ano que o sutien foi devidamente reconhecido e patenteado nos Estados Unidos pela socialite nova-iorquina Mary Phelps Jacob. Era feito com dois lenços, um pedaço de fita cor-de-rosa e um pouco de cordão.

    Diante da novidade prática e mais higiênica, as amigas de Mary intensificaram cada vez mais seus pedidos. Foi então que ela resolveu vender a patente a uma fábrica de roupas femininas, a Warner Brothers Corset Company, por 15 mil dólares da época. Era o início da industrialização do lingerie.

    Os primeiros modelos eram pouco inovadores e, em vez de realçar os seios, os achatavam. Havia poucas opções de tamanho e o ajuste era feito por presilhas nas alças.

    A partir da década de 20, a empresa americana Kestos lançou modelos mais próximos dos atuais, com pedaços triangulares de pano presos por um elástico que passava sobre os ombros, cruzava nas costas e abotoava na frente. As calcinhas da época inovavam com tamanhos cada vez mais curtos.

    Sensualidade explorada

    A reação dos fabricantes de espartilho ao sucesso do concorrente sutien não tardou. Acabaram elaborando um modelo parecido, mas com barbatanas. A concorrência aguçou a criatividade. Nos anos 30, foi inventado o sutien sem alças e com armação de ferro, o tomara-que-caia. As fibras elásticas e a forma convexa passaram a ser adotadas pelos fabricantes.

    Na década de 50, a malha de algodão passou a ser utilizado na indústria de lingerie, mais precisamente na confecção de calcinhas. A escassez das sedas durante a Segunda Guerra Mundial também favoreceu a fabricação de tecidos sintéticos, como o nylon. Depois de usado na Guerra, o material começou a ser explorado também pelas indústrias de tecidos.

    A partir de 1951, os lingeries passaram a ser fabricados com a nova invenção. Mas não foi só a matéria-prima que mudou. A feminilidade passou a ser explorada mais do que nunca.

    Inspirados nas atrizes de cinema de seios generosos, como Jayne Masfield, Marylin Monroe e Gina Lollobrigida, que imortalizaram esse padrão, os sutiãs da década de 50 exploravam a sensualidade exagerando no bojo. Eles recebiam estruturas de arame e tinham a taça costurada em círculos, para enrijecer ainda mais o tecido.

    A contrapartida veio no fim da década de 60, quando o movimento feminista por igualdade de direitos ganhava as ruas. Acabara-se a ditadura do recato e do erotismo das décadas anteriores e o padrão da geração "paz e amor" enaltecia os seios pequenos. As mais radicais até queimavam os sutiãs em público numa demonstração de liberdade.

    Já sem a mesma necessidade "política" de abolir o sutien, as mulheres da década de 70, dispensaram a peça simplesmente por conforto.

    Mas as indústrias modernas foram buscar tecidos novos e modelos mais confortáveis para recuperar o mercado. E conseguiram.

    Culto ao lingerie

    O culto ao corpo da narcisista década de 80 foi o argumento ideal para o retorno dos sutiens e corseletes. A cantora Madonna consagrou a exposição do lingerie, usando sutiens, corpetes e cintas-ligas como roupas, e não mais como underwear (roupa de baixo).

    O público feminino adotou a idéia e a explora até hoje. A indústria de lingerie, por sua vez, elabora modelos cada vez mais sensuais e de materiais confortáveis. A moldagem em altas temperaturas tornou desnecessárias as costuras. Transparências passaram a revelar belos sutiãs e corseletes, usados até mesmo em ocasiões formais.

    A nova alta do lingerie na década de 90 marcou o interesse dos homens não só pelas peças usadas pelas mulheres - tidas como um elemento a mais de conquista - mas também pelas próprias. Cuecas de seda voltaram à moda e novos tecidos começam a ser utilizados também para a moda deles.

    Perto do ano 2000, as alcinhas de sutien são propositadamente deixadas à mostra, sutilmente e combinando com a roupa, numa prova de que as roupas íntimas estão longe de servir apenas para manter a higiene e conforto das mulheres, mas fazem parte da moda e do seu arsenal de sedução.


    Ta bom ou que mais?

  10. #9
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    Eu acho q esse tópico no BOTECO ia ser melhor q aki!!!

  11. #10
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    Originalmente enviada por [email protected]
    Uma história bem antiga

    Os tecidos sintéticos e modelos sensuais e confortáveis que hoje dominam as lingeries têm em comum com os primeiros modelos de roupas íntimas apenas a finalidade. Ainda assim, os precursores da calcinha, sutien e outros artigos contemporâneos não tinham nem de longe a preocupação com estética e sedução.

    Os primeiros registros que mostram modelos de "calcinhas" datam do ano 40 A.C., em Roma. Pedaços de algodão, linho ou lã eram amarrados ao corpo como fraldas (deveria der Dahora hauahuahau). Faixas de pano também eram amarradas na altura dos seios. Os antecessores do sutien eram chamados de strophium ou mamilare, tendo sido esquecidos por séculos e até condenados pela inquisição medieval.

    Na Idade Média, a roupa íntima era usada na Europa pelas mulheres para poupar roupas caras e pesadas, difíceis de lavar, principalmente num período em que tomar banho estava longe de ser um hábito.

    O uso de uma espécie de calção, inspirado nos culotes masculinos, foi introduzido no século XVI por Catarina de Médicis, que o utilizava para montar a cavalo.

    A partir desse século, a roupa íntima feminina, mais elaborada e produzida com tecidos claros, começou a distinguir-se mais da masculina. Apertando mais a cintura e, posteriormente, os seios, dava a impressão de quadris bem largos.

    O desconforto do espartilho

    Foi quase cem anos depois que surgiu na Espanha o famoso espartilho. No começo, era feito de tecido rígido que cobria apenas o abdômen. Para apertar-se mais devidamente com eles, as damas utilizavam presilhas de aço. Ao contrário dos modelos que o sucederam, o espanhol não servia para modelar o corpo, e sim para disfarçar as formas, conforme as exigências da época.

    Cada vez mais apertada, essa peça acabou obrigatória para mulheres, provocando desconforto e não raros desmaios.

    Enquanto isso, espécies de calças mais curtas eram usadas como "calcinhas". Nos séculos XVIII e XIX, elas iam até a altura do joelho e tinham uma abertura na virilha que facilitava na hora de fazer as necessidades, uma vez que a peça era difícil de tirar.

    Os modelos que enclausuravam a mulher, achatando o busto, se consagraram nesse período. Uma longa camisa rendada isolava do corpo o corpete - uma verdadeira armadura que o moldava. Anáguas e calçolas completavam a indumentária feminina do século XIX. Algumas eram feitas de lã.

    O recato das mulheres que escondiam essas peças contrasta com o das dançarinas de can-can francesas, obrigadas a usar calcinhas caso levantassem as pernas acima da altura da cintura.

    O primeiro sutien

    Nesse final de século XIX, foi criado na França o precursor do sutien, numa tentativa de oferecer às mulheres mais conforto do que o repressor espartilho. A butique de Heminie Cadolle elaborou um modelo em tecido à base de algodão e seda, semelhante aos modelos atuais. As calcinhas, por sua vez, também sofriam alterações. Modelos justos, até os joelhos, eram confeccionados em novos tecidos no período de 1900 a 1914.

    Foi exatamente neste último ano que o sutien foi devidamente reconhecido e patenteado nos Estados Unidos pela socialite nova-iorquina Mary Phelps Jacob. Era feito com dois lenços, um pedaço de fita cor-de-rosa e um pouco de cordão.

    Diante da novidade prática e mais higiênica, as amigas de Mary intensificaram cada vez mais seus pedidos. Foi então que ela resolveu vender a patente a uma fábrica de roupas femininas, a Warner Brothers Corset Company, por 15 mil dólares da época. Era o início da industrialização do lingerie.

    Os primeiros modelos eram pouco inovadores e, em vez de realçar os seios, os achatavam. Havia poucas opções de tamanho e o ajuste era feito por presilhas nas alças.

    A partir da década de 20, a empresa americana Kestos lançou modelos mais próximos dos atuais, com pedaços triangulares de pano presos por um elástico que passava sobre os ombros, cruzava nas costas e abotoava na frente. As calcinhas da época inovavam com tamanhos cada vez mais curtos.

    Sensualidade explorada

    A reação dos fabricantes de espartilho ao sucesso do concorrente sutien não tardou. Acabaram elaborando um modelo parecido, mas com barbatanas. A concorrência aguçou a criatividade. Nos anos 30, foi inventado o sutien sem alças e com armação de ferro, o tomara-que-caia. As fibras elásticas e a forma convexa passaram a ser adotadas pelos fabricantes.

    Na década de 50, a malha de algodão passou a ser utilizado na indústria de lingerie, mais precisamente na confecção de calcinhas. A escassez das sedas durante a Segunda Guerra Mundial também favoreceu a fabricação de tecidos sintéticos, como o nylon. Depois de usado na Guerra, o material começou a ser explorado também pelas indústrias de tecidos.

    A partir de 1951, os lingeries passaram a ser fabricados com a nova invenção. Mas não foi só a matéria-prima que mudou. A feminilidade passou a ser explorada mais do que nunca.

    Inspirados nas atrizes de cinema de seios generosos, como Jayne Masfield, Marylin Monroe e Gina Lollobrigida, que imortalizaram esse padrão, os sutiãs da década de 50 exploravam a sensualidade exagerando no bojo. Eles recebiam estruturas de arame e tinham a taça costurada em círculos, para enrijecer ainda mais o tecido.

    A contrapartida veio no fim da década de 60, quando o movimento feminista por igualdade de direitos ganhava as ruas. Acabara-se a ditadura do recato e do erotismo das décadas anteriores e o padrão da geração "paz e amor" enaltecia os seios pequenos. As mais radicais até queimavam os sutiãs em público numa demonstração de liberdade.

    Já sem a mesma necessidade "política" de abolir o sutien, as mulheres da década de 70, dispensaram a peça simplesmente por conforto.

    Mas as indústrias modernas foram buscar tecidos novos e modelos mais confortáveis para recuperar o mercado. E conseguiram.

    Culto ao lingerie

    O culto ao corpo da narcisista década de 80 foi o argumento ideal para o retorno dos sutiens e corseletes. A cantora Madonna consagrou a exposição do lingerie, usando sutiens, corpetes e cintas-ligas como roupas, e não mais como underwear (roupa de baixo).

    O público feminino adotou a idéia e a explora até hoje. A indústria de lingerie, por sua vez, elabora modelos cada vez mais sensuais e de materiais confortáveis. A moldagem em altas temperaturas tornou desnecessárias as costuras. Transparências passaram a revelar belos sutiãs e corseletes, usados até mesmo em ocasiões formais.

    A nova alta do lingerie na década de 90 marcou o interesse dos homens não só pelas peças usadas pelas mulheres - tidas como um elemento a mais de conquista - mas também pelas próprias. Cuecas de seda voltaram à moda e novos tecidos começam a ser utilizados também para a moda deles.

    Perto do ano 2000, as alcinhas de sutien são propositadamente deixadas à mostra, sutilmente e combinando com a roupa, numa prova de que as roupas íntimas estão longe de servir apenas para manter a higiene e conforto das mulheres, mas fazem parte da moda e do seu arsenal de sedução.

    ou não...

  12. #11
    Membro
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    Os tecidos sintéticos e modelos sensuais e confortáveis que hoje dominam as lingeries têm em comum com os primeiros modelos de roupas íntimas apenas a finalidade. Ainda assim, os precursores da calcinha, sutien e outros artigos contemporâneos não tinham nem de longe a preocupação com estética e sedução.

    Os primeiros registros que mostram modelos de "calcinhas" datam do ano 40 A.C., em Roma. Pedaços de algodão, linho ou lã eram amarrados ao corpo como fraldas (deveria der Dahora hauahuahau). Faixas de pano também eram amarradas na altura dos seios. Os antecessores do sutien eram chamados de strophium ou mamilare, tendo sido esquecidos por séculos e até condenados pela inquisição medieval.

    Na Idade Média, a roupa íntima era usada na Europa pelas mulheres para poupar roupas caras e pesadas, difíceis de lavar, principalmente num período em que tomar banho estava longe de ser um hábito.

    O uso de uma espécie de calção, inspirado nos culotes masculinos, foi introduzido no século XVI por Catarina de Médicis, que o utilizava para montar a cavalo.

    A partir desse século, a roupa íntima feminina, mais elaborada e produzida com tecidos claros, começou a distinguir-se mais da masculina. Apertando mais a cintura e, posteriormente, os seios, dava a impressão de quadris bem largos.

    O desconforto do espartilho

    Foi quase cem anos depois que surgiu na Espanha o famoso espartilho. No começo, era feito de tecido rígido que cobria apenas o abdômen. Para apertar-se mais devidamente com eles, as damas utilizavam presilhas de aço. Ao contrário dos modelos que o sucederam, o espanhol não servia para modelar o corpo, e sim para disfarçar as formas, conforme as exigências da época.

    Cada vez mais apertada, essa peça acabou obrigatória para mulheres, provocando desconforto e não raros desmaios.

    Enquanto isso, espécies de calças mais curtas eram usadas como "calcinhas". Nos séculos XVIII e XIX, elas iam até a altura do joelho e tinham uma abertura na virilha que facilitava na hora de fazer as necessidades, uma vez que a peça era difícil de tirar.

    Os modelos que enclausuravam a mulher, achatando o busto, se consagraram nesse período. Uma longa camisa rendada isolava do corpo o corpete - uma verdadeira armadura que o moldava. Anáguas e calçolas completavam a indumentária feminina do século XIX. Algumas eram feitas de lã.

    O recato das mulheres que escondiam essas peças contrasta com o das dançarinas de can-can francesas, obrigadas a usar calcinhas caso levantassem as pernas acima da altura da cintura.

    O primeiro sutien

    Nesse final de século XIX, foi criado na França o precursor do sutien, numa tentativa de oferecer às mulheres mais conforto do que o repressor espartilho. A butique de Heminie Cadolle elaborou um modelo em tecido à base de algodão e seda, semelhante aos modelos atuais. As calcinhas, por sua vez, também sofriam alterações. Modelos justos, até os joelhos, eram confeccionados em novos tecidos no período de 1900 a 1914.

    Foi exatamente neste último ano que o sutien foi devidamente reconhecido e patenteado nos Estados Unidos pela socialite nova-iorquina Mary Phelps Jacob. Era feito com dois lenços, um pedaço de fita cor-de-rosa e um pouco de cordão.

    Diante da novidade prática e mais higiênica, as amigas de Mary intensificaram cada vez mais seus pedidos. Foi então que ela resolveu vender a patente a uma fábrica de roupas femininas, a Warner Brothers Corset Company, por 15 mil dólares da época. Era o início da industrialização do lingerie.

    Os primeiros modelos eram pouco inovadores e, em vez de realçar os seios, os achatavam. Havia poucas opções de tamanho e o ajuste era feito por presilhas nas alças.

    A partir da década de 20, a empresa americana Kestos lançou modelos mais próximos dos atuais, com pedaços triangulares de pano presos por um elástico que passava sobre os ombros, cruzava nas costas e abotoava na frente. As calcinhas da época inovavam com tamanhos cada vez mais curtos.

    Sensualidade explorada

    A reação dos fabricantes de espartilho ao sucesso do concorrente sutien não tardou. Acabaram elaborando um modelo parecido, mas com barbatanas. A concorrência aguçou a criatividade. Nos anos 30, foi inventado o sutien sem alças e com armação de ferro, o tomara-que-caia. As fibras elásticas e a forma convexa passaram a ser adotadas pelos fabricantes.

    Na década de 50, a malha de algodão passou a ser utilizado na indústria de lingerie, mais precisamente na confecção de calcinhas. A escassez das sedas durante a Segunda Guerra Mundial também favoreceu a fabricação de tecidos sintéticos, como o nylon. Depois de usado na Guerra, o material começou a ser explorado também pelas indústrias de tecidos.

    A partir de 1951, os lingeries passaram a ser fabricados com a nova invenção. Mas não foi só a matéria-prima que mudou. A feminilidade passou a ser explorada mais do que nunca.

    Inspirados nas atrizes de cinema de seios generosos, como Jayne Masfield, Marylin Monroe e Gina Lollobrigida, que imortalizaram esse padrão, os sutiãs da década de 50 exploravam a sensualidade exagerando no bojo. Eles recebiam estruturas de arame e tinham a taça costurada em círculos, para enrijecer ainda mais o tecido.

    A contrapartida veio no fim da década de 60, quando o movimento feminista por igualdade de direitos ganhava as ruas. Acabara-se a ditadura do recato e do erotismo das décadas anteriores e o padrão da geração "paz e amor" enaltecia os seios pequenos. As mais radicais até queimavam os sutiãs em público numa demonstração de liberdade.

    Já sem a mesma necessidade "política" de abolir o sutien, as mulheres da década de 70, dispensaram a peça simplesmente por conforto.

    Mas as indústrias modernas foram buscar tecidos novos e modelos mais confortáveis para recuperar o mercado. E conseguiram.

    Culto ao lingerie

    O culto ao corpo da narcisista década de 80 foi o argumento ideal para o retorno dos sutiens e corseletes. A cantora Madonna consagrou a exposição do lingerie, usando sutiens, corpetes e cintas-ligas como roupas, e não mais como underwear (roupa de baixo).

    O público feminino adotou a idéia e a explora até hoje. A indústria de lingerie, por sua vez, elabora modelos cada vez mais sensuais e de materiais confortáveis. A moldagem em altas temperaturas tornou desnecessárias as costuras. Transparências passaram a revelar belos sutiãs e corseletes, usados até mesmo em ocasiões formais.

    A nova alta do lingerie na década de 90 marcou o interesse dos homens não só pelas peças usadas pelas mulheres - tidas como um elemento a mais de conquista - mas também pelas próprias. Cuecas de seda voltaram à moda e novos tecidos começam a ser utilizados também para a moda deles.

    Perto do ano 2000, as alcinhas de sutien são propositadamente deixadas à mostra, sutilmente e combinando com a roupa, numa prova de que as roupas íntimas estão longe de servir apenas para manter a higiene e conforto das mulheres, mas fazem parte da moda e do seu arsenal de sedução.


    Ta bom ou que mais?

    Puta merda vampiro... Oia só o trampo de ler isso tudo!!! uauahahuahauah

    Que caimbra!!! Mas foi muito instrutivo! uahuahahuhahauh


    []´s

  13. #12
    Membro Avatar de Polaris
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    Uma história bem antiga

    Os tecidos sintéticos e modelos sensuais e confortáveis que hoje dominam as lingeries têm em comum com os primeiros modelos de roupas íntimas apenas a finalidade. Ainda assim, os precursores da calcinha, sutien e outros artigos contemporâneos não tinham nem de longe a preocupação com estética e sedução.

    Os primeiros registros que mostram modelos de "calcinhas" datam do ano 40 A.C., em Roma. Pedaços de algodão, linho ou lã eram amarrados ao corpo como fraldas (deveria der Dahora hauahuahau). Faixas de pano também eram amarradas na altura dos seios. Os antecessores do sutien eram chamados de strophium ou mamilare, tendo sido esquecidos por séculos e até condenados pela inquisição medieval.

    Na Idade Média, a roupa íntima era usada na Europa pelas mulheres para poupar roupas caras e pesadas, difíceis de lavar, principalmente num período em que tomar banho estava longe de ser um hábito.

    O uso de uma espécie de calção, inspirado nos culotes masculinos, foi introduzido no século XVI por Catarina de Médicis, que o utilizava para montar a cavalo.

    A partir desse século, a roupa íntima feminina, mais elaborada e produzida com tecidos claros, começou a distinguir-se mais da masculina. Apertando mais a cintura e, posteriormente, os seios, dava a impressão de quadris bem largos.

    O desconforto do espartilho

    Foi quase cem anos depois que surgiu na Espanha o famoso espartilho. No começo, era feito de tecido rígido que cobria apenas o abdômen. Para apertar-se mais devidamente com eles, as damas utilizavam presilhas de aço. Ao contrário dos modelos que o sucederam, o espanhol não servia para modelar o corpo, e sim para disfarçar as formas, conforme as exigências da época.

    Cada vez mais apertada, essa peça acabou obrigatória para mulheres, provocando desconforto e não raros desmaios.

    Enquanto isso, espécies de calças mais curtas eram usadas como "calcinhas". Nos séculos XVIII e XIX, elas iam até a altura do joelho e tinham uma abertura na virilha que facilitava na hora de fazer as necessidades, uma vez que a peça era difícil de tirar.

    Os modelos que enclausuravam a mulher, achatando o busto, se consagraram nesse período. Uma longa camisa rendada isolava do corpo o corpete - uma verdadeira armadura que o moldava. Anáguas e calçolas completavam a indumentária feminina do século XIX. Algumas eram feitas de lã.

    O recato das mulheres que escondiam essas peças contrasta com o das dançarinas de can-can francesas, obrigadas a usar calcinhas caso levantassem as pernas acima da altura da cintura.

    O primeiro sutien

    Nesse final de século XIX, foi criado na França o precursor do sutien, numa tentativa de oferecer às mulheres mais conforto do que o repressor espartilho. A butique de Heminie Cadolle elaborou um modelo em tecido à base de algodão e seda, semelhante aos modelos atuais. As calcinhas, por sua vez, também sofriam alterações. Modelos justos, até os joelhos, eram confeccionados em novos tecidos no período de 1900 a 1914.

    Foi exatamente neste último ano que o sutien foi devidamente reconhecido e patenteado nos Estados Unidos pela socialite nova-iorquina Mary Phelps Jacob. Era feito com dois lenços, um pedaço de fita cor-de-rosa e um pouco de cordão.

    Diante da novidade prática e mais higiênica, as amigas de Mary intensificaram cada vez mais seus pedidos. Foi então que ela resolveu vender a patente a uma fábrica de roupas femininas, a Warner Brothers Corset Company, por 15 mil dólares da época. Era o início da industrialização do lingerie.

    Os primeiros modelos eram pouco inovadores e, em vez de realçar os seios, os achatavam. Havia poucas opções de tamanho e o ajuste era feito por presilhas nas alças.

    A partir da década de 20, a empresa americana Kestos lançou modelos mais próximos dos atuais, com pedaços triangulares de pano presos por um elástico que passava sobre os ombros, cruzava nas costas e abotoava na frente. As calcinhas da época inovavam com tamanhos cada vez mais curtos.

    Sensualidade explorada

    A reação dos fabricantes de espartilho ao sucesso do concorrente sutien não tardou. Acabaram elaborando um modelo parecido, mas com barbatanas. A concorrência aguçou a criatividade. Nos anos 30, foi inventado o sutien sem alças e com armação de ferro, o tomara-que-caia. As fibras elásticas e a forma convexa passaram a ser adotadas pelos fabricantes.

    Na década de 50, a malha de algodão passou a ser utilizado na indústria de lingerie, mais precisamente na confecção de calcinhas. A escassez das sedas durante a Segunda Guerra Mundial também favoreceu a fabricação de tecidos sintéticos, como o nylon. Depois de usado na Guerra, o material começou a ser explorado também pelas indústrias de tecidos.

    A partir de 1951, os lingeries passaram a ser fabricados com a nova invenção. Mas não foi só a matéria-prima que mudou. A feminilidade passou a ser explorada mais do que nunca.

    Inspirados nas atrizes de cinema de seios generosos, como Jayne Masfield, Marylin Monroe e Gina Lollobrigida, que imortalizaram esse padrão, os sutiãs da década de 50 exploravam a sensualidade exagerando no bojo. Eles recebiam estruturas de arame e tinham a taça costurada em círculos, para enrijecer ainda mais o tecido.

    A contrapartida veio no fim da década de 60, quando o movimento feminista por igualdade de direitos ganhava as ruas. Acabara-se a ditadura do recato e do erotismo das décadas anteriores e o padrão da geração "paz e amor" enaltecia os seios pequenos. As mais radicais até queimavam os sutiãs em público numa demonstração de liberdade.

    Já sem a mesma necessidade "política" de abolir o sutien, as mulheres da década de 70, dispensaram a peça simplesmente por conforto.

    Mas as indústrias modernas foram buscar tecidos novos e modelos mais confortáveis para recuperar o mercado. E conseguiram.

    Culto ao lingerie

    O culto ao corpo da narcisista década de 80 foi o argumento ideal para o retorno dos sutiens e corseletes. A cantora Madonna consagrou a exposição do lingerie, usando sutiens, corpetes e cintas-ligas como roupas, e não mais como underwear (roupa de baixo).

    O público feminino adotou a idéia e a explora até hoje. A indústria de lingerie, por sua vez, elabora modelos cada vez mais sensuais e de materiais confortáveis. A moldagem em altas temperaturas tornou desnecessárias as costuras. Transparências passaram a revelar belos sutiãs e corseletes, usados até mesmo em ocasiões formais.

    A nova alta do lingerie na década de 90 marcou o interesse dos homens não só pelas peças usadas pelas mulheres - tidas como um elemento a mais de conquista - mas também pelas próprias. Cuecas de seda voltaram à moda e novos tecidos começam a ser utilizados também para a moda deles.

    Perto do ano 2000, as alcinhas de sutien são propositadamente deixadas à mostra, sutilmente e combinando com a roupa, numa prova de que as roupas íntimas estão longe de servir apenas para manter a higiene e conforto das mulheres, mas fazem parte da moda e do seu arsenal de sedução.


    Ta bom ou que mais?
    vigi e imaginar que ele escreveu tudo isso de cabeça

    poderes de vampiro...

  14. #13
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  15. #14
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    Originalmente enviada por GuimaSUN
    vigi e imaginar que ele escreveu tudo isso de cabeça

    poderes de vampiro...
    poderes nao... ele deve ter vivido na epoca junto com os highlander...

  16. #15
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    Originalmente enviada por Sacrifice
    Manu,tomara que você morra!

    _|_
    É!
    ..Esse forum não é do UT?Acho q o Bigode errou de lugar..esse tópico deveria estar no BUTECO...

  17. #16
    Membro Avatar de Diego - Evil
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    >>>BOA [email protected]!!!!

    Essa c DESENTERROU hein meu chapa!...caraca!

    >>HOLY SHIT!.....aula com o prefessor vampirex!...

  18. #17
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    Originalmente enviada por Sacrifice
    Manu,tomara que você morra!

    _|_
    Nem li de todo mundo... mas~´e isso ae...

  19. #18
    Membro
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    Re: QUERO SABER by BIGODE

    Originalmente enviada por BiGoDeChErOsO
    SAUDACOES HOMeM!!!
    DAE GALERA GENTE BOA (O Q NAO INCLUI NATLOCO, LUIZ, ROCK KILLLER, ANTRAX URSO, HOMICIDA, CAFE COM LEITE, EGYPT GERAL PASMA E DUCK **)!!!! ROLOU UMA REUNIAO NO BOTECO DO BIGODE, E SURGIU UMA DUVIDA, DAE RESOLVEMOS FAZER UMA ENQUETE PRA SABER A OPNIAO DE VCS!!! ESTAVAMOS TOMANDO UMAS CERVEJINHAS, QD ENTRO UMA TANGA DE SAIA, DANCAMOS UM FUNK(VAI MAMADA) NUM RITMO FRENETICO, Q CABOU RESULTANDO EM UM FLOF, FLOF, FLOF, FLOF, DAE PENSAMOS..

    POR QUE MULHER USA CALCINHA??????

    O SEXO MASCULINO TEM PQ USAR CUECA, VCS JA SE IMAGIANARAM BATENDO UMA PELOTA (FUTEBOL) SEM CUECA?? IA SER DEFINITIVAMENTE DESCONFORTAVEL...

    MAS MULHER!!! MULHER NAO TEM POR QUE USAR CALCINHA!!! ENTRAMOS NUM CONSENSO, QUE DEVE SER PRA FICAR SENSUAL, MAS REALMENTE ACHO QUE UMA TANGA DANCANDO (ROLANDO UM FLOF, FLOF, FLOF, FLOF) SEM CALCINHA E MUITO MAIS SENSUAL, DEPOIS DE MUITAS CERVEJAS ACABAMOS EM CIMA DA MESA NUMA FAMOSA KAMA SUTRA E ACABAMOS NAO TENDO UMA IDEIA CONCRETA SOBRE O FATO...
    DAE RESLOVEMOS PEDIR A OPNIAO DOS KMARADAS DE UT MENOS(NATLOCO, LUIZ, ROCK KILLLER, ANTRAX URSO, HOMICIDA, CAFE COM LEITE, EGYPT GERAL PASMA E DUCK **), PRA DAR UMA OPNIAO,(CLARO Q SE A MULHAERADA DO UT QUISER DAR UMA OPNIAO VAI FACILITAR) SOBRE O FATO!!!!
    OBS: A OPNIAO DE HOMICIDA NAO INTERESSA, A DO ROCK E DO LUIZ NAO ROLA POR SE TRATAR DE HOMOSSSEXUAIS E SEREM DE MENOR!!!!

    DIGAM AE!!!! CHUTES NA COSTELA!!!

    100+ §§§§§§§§§
    Não acredito que vc possa ser tão mané cara ...
    Vai pro fórum do outro jogo que tu ganha + ...

  20. #19
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    Originalmente enviada por Rd Skywalker
    poderes nao... ele deve ter vivido na epoca junto com os highlander...
    Eu também estava lá! (By Raul Seixas)

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