Comentários do Blog

  1. ragecom -
    Avatar de ragecom
    @nickoralias não fale uma blasfêmia dessas. Compre um N64. dê um assoprão no cartucho e seja feliz!
  2. nickoralias -
    Avatar de nickoralias
    Que delícia. Pra mim a época de ouro da Nintendo foi essa.

    Nunca mais vi ou tive um console tão gratificante. Aliás nunca mais tive Nintendo.

    Nostálgico. Excelente post. Vou ressuscitar o emulador.
  3. Drax -
    Avatar de Drax
    É um bom jogo mesmo, merecia até uma continuação com um enredo mais trabalhado.
  4. Jon -
    Avatar de Jon
    Sobre as vozes: não é que o mega drive não tivesse capacidade de reproduzir vozes limpas, era uma questão de custo pois os cartuchos dele eram mais caros de serem produzidos do que os de Super Nintendo (excluindo-se cartuchos com chips especiais, claro) e, naquela época, cada byte era precioso e não podia ser desperdiçado. (O chip de audio do SNES é um DSP, basicamente um tocador de samples e não um sintetizador FM, mas isso é outra história).

    Logo, optava-se por se usar samples de baixa qualidade ou pior, usar o sintetizador de audio (no caso do Mega Drive era um Yamaha YM2612) para produzir vozes, sempre com resultados péssimos. O video abaixo mostra bons e péssimos exemplos de vozes no Mega Drive:

  5. Jon -
    Avatar de Jon
    Mas é a variedade de situações que dá um toque especial ao Battletoads. Ele era hardcore, mas não impossível de ser finalizado por causa de uma jogabilidade ruim. É difícil mas o jogo não é mal feito. Diferente de Fantasia, um jogo que possui uma jogabilidade digna de algum jogo da coletânea Action 52 xD.
  6. ragecom -
    Avatar de ragecom
    Ah cara, eu discordo sobre o Fantasia... Até acho a jogabilidade meio dura mesmo, mas não chego a dizer que ela compromete o jogo não.

    Sobre Battletoads eu também discordo. Porra, o turbo tunnel é a fase mais frustrante de toda a história do universo lol. Tipo, não tem balanceio nenhum - o jogo começa com um platforming excelente, depois vem a fase do rapel e depois o turbo tunnel. Caralho, eu acho que 95% das pessoas nunca passou dali, é extremamente frustrante. Eu pessoalmente nunca passei da fase das cobras lá.
  7. Jon -
    Avatar de Jon
    O remake moderno de Castle of Illusion também é excelente (peguei em promoção por 5 dinheiros dia desses e valeu MUITO a pena).

    Só uma coisa: Fantasia é PÉSSIMO. Um jogo totalmente arruinado por uma jogabilidade terrível. Jogos como Battletoads são difíceis porque são desafiadores; Fantasia é difícil e frustrante por ter comandos totalmente imprecisos.
  8. Chicão -
    Avatar de Chicão
    Cara como eu joguei esse jogo na época do ps1! São jogos assim que merecem um remake!!!!!
  9. ragecom -
    Avatar de ragecom
    Continuando...

    No início do jogo se você levar uns 3 ou 4 golpes de um inimigo, você irá morrer. No final do jogo idem (os inimigos mais pro final são bem mais fortes, claro) então não existe muito uma estratégia de upar de level tanto ao ponto de se tornar invencível na área em que se está. O jogo é bastante balanceado nessa parte e a forma correta (creio que a única forma) de progredir em Bloodborne é o que eu falei antes: conhecer as suas armas, suas capacidades e limitações, e também as dos inimigos. Uma estratégia bastante comum no início do jogo é ir "chamando" os inimigos para matar um a um. "Chamar" significa chamar a atenção de um ou outro dentro de uma pequena multidão, de forma que apenas aquele inimigo o persiga. Dai fazendo isso, aos poucos você vai varrendo uma área inteira e pode explorá-la com calma. Não existe estratégia de Rambo nesse jogo, tipo sair correndo e achar que vai matar todo mundo. Isso não acontece.


    Hemwick. A quantidade de detalhes é impressionante

    A variedade dos models dos inimigos é vasta e a sua distribuição geográfica pelos mapas do jogo é bastante coerente. Parece bobagem, mas um monstro que é característico de Byrgenwerth pode aparecer em Forgotten Woods, porque as duas são adjacentes. A animação de cada um desses models também é muito boa e fluente. Com relação ao hit detection e jogabilidade em geral não há o que ser dito além de que é perfeita. Você vai morrer jogando Bloodborne, vai morrer MUITO, mas não vai ficar com a impressão de que a "culpa" não foi sua. Exaltar a OST também é desnecessário: é incrível e cabe como uma luva na atmosfera que o jogo propõe.

    As lutas contra os bosses são épicas. Todas são difíceis, quase sem exceção e matar um boss e ler PREY SLAUGHTERED em letras garrafais na tela é muito recompensador. Falando nisso, nem todos os bosses são obrigatórios (o primeiro mesmo não é) mas matar todos, além de fazer você ganhar muitos blood echoes, é um exercício de como jogar. Na verdade, a primeira parte do jogo, do início até este primeiro boss, é na prática um tutorial. Não que o jogo "pegue na sua mão" e vá te mostrando seus mecanismos - em Bloodborne você descobre tudo sozinho por tentativa e erro, mas nesta primeira parte você vai aprender forçadamente (morrendo mil vezes lol) a dominar os mecanismos básicos do jogo. Sem aprender essas mecânicas básicas (quando atacar, quando fugir, como "chamar" um ou dois inimigos, executar combos básicos, saber quanta stamina é gasta durante um golpe, etc.) é impossível progredir. Vale mais a pena morrer mil vezes no início do que forçar a barra e de repente matar um boss por pura sorte e ter que aprender isso mais adiante, onde os monstros serão bem mais poderosos e com ataques mais complexos. Falando sobre nem todos os bosses serem obrigatórios... Na verdade nem todas as áreas do jogo são obrigatórias: às vezes o jogo te apresenta uns dois ou três locais bastante grandes a visitar, sendo que talvez um deles seja um dead end com um boss no final. Isso você só descobre jogando mesmo, e se estiver com muita dificuldade em um local, você pode "esquecer" dele por um tempo e explorar os demais, e caso você zere o jogo sem retornar lá é porque ele não era obrigatório. Eu pessoalmente gostei de esgotar todas as possibilidades e matei todos os bosses exceto uns que são os mais "escondidos" mas mesmo assim pretendo matá-los jogando no NG+ (New Game+, que significa jogar pela segunda vez desde o início). Ah, isso também é importante ressaltar: são raríssimos os jogos que me seduzem a jogar mais de uma vez. Geralmente eu zero um jogo e parto para outro, mas Bloodborne foi tão bom e recompensador que eu já estou tipo na metade do NG+ e pretendo ir até o final de novo.

    Resumo da ópera: melhor jogo que eu joguei nessa gen. Meu review basicamente foi chover no molhado, todo mundo sabe que Bloodborne é incrível, até eu antes de jogar sabia disso pela reputação do jogo. Se eu fosse dar uma nota seria 10/10. Nenhum grande site deu uma nota abaixo de 9 para Bloodborne (os únicos que deram 9 cravado foram a GameSpot e a Polygon, todos os outros foram acima de 9).

    Metacritic: 92/100
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