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Marilene Felinto: sobre o champinha

  1. #1

    Padrão Marilene Felinto: sobre o champinha

    " Esse R.A.A.C. mal tinha freqüentado a escola. Ele supostamente disse à polícia que, ao caminhar pela mata com outro acusado do crime, “avistaram o casal (Liana e Felipe), cuja aparência física destoava das pessoas que normalmente freqüentam o local”.
    O ódio de classe – quem já conviveu com jovens pobres de favelas e periferias conhece esse sentimento. Tudo destoa, humilhando-os, provocando neles desprezo e raiva: a aparência física, a roupa, a escola, a comida, o carro, o jeito, o hospital, o tratamento policial, o enterro." "É preciso ser intransigente na defesa dos direitos humanos de R.A.A.C. Direitos humanos, sim, para a pessoa que a elite voraz e devoradora quer transformar em animal a ser caçado a laço e exposto à execração pública e à morte pela justiça popular. Mal sabe ela que R.A.A.C. passava por isso todos os dias – pela execração pública. Mal sabe a elite que exclusão social, tal qual ocorre no Brasil, é igual, sempre foi igual, sinônimo mesmo de “execração pública” e de “pena de morte”.

    http://carosamigos.terra.com.br/da_r...ne_felinto.asp

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  3. #2

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    uatafoqui??
    Eu até tinha uma assinatura legal, mas...

  4. #3

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    Amigo meu investigador, participou desse caso...

    Diz que o que esse moleque apanhou de militar no depoimento, não tá escrito...
    Dá uma pegada na minha assinatura aqui, pega....

  5. #4

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    Citação Citando baz
    " Esse R.A.A.C. mal tinha freqüentado a escola. Ele supostamente disse à polícia que, ao caminhar pela mata com outro acusado do crime, “avistaram o casal (Liana e Felipe), cuja aparência física destoava das pessoas que normalmente freqüentam o local”.
    O ódio de classe – quem já conviveu com jovens pobres de favelas e periferias conhece esse sentimento. Tudo destoa, humilhando-os, provocando neles desprezo e raiva: a aparência física, a roupa, a escola, a comida, o carro, o jeito, o hospital, o tratamento policial, o enterro." "É preciso ser intransigente na defesa dos direitos humanos de R.A.A.C. Direitos humanos, sim, para a pessoa que a elite voraz e devoradora quer transformar em animal a ser caçado a laço e exposto à execração pública e à morte pela justiça popular. Mal sabe ela que R.A.A.C. passava por isso todos os dias – pela execração pública. Mal sabe a elite que exclusão social, tal qual ocorre no Brasil, é igual, sempre foi igual, sinônimo mesmo de “execração pública” e de “pena de morte”.

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    esse papo esquerdoide enche o saco, com retorica de ódio as classes


    Citação Citando Space Ghost
    Amigo meu investigador, participou desse caso...

    Diz que o que esse moleque apanhou de militar no depoimento, não tá escrito...
    bem feito ...... mas até a Hebe queria bater nele
    membro da ala Moral e dos Bons costumes da Hardmob.

    Assine a Declaração de PRAGA criminalizando o Comunismo.

    http://praguedeclaration.org/

  6. #5

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    Citação Citando Space Ghost
    Amigo meu investigador, participou desse caso...

    Diz que o que esse moleque apanhou de militar no depoimento, não tá escrito...

    e acho pouco, bem pouco!

  7. #6

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    Ele e o camarada dele lá estupraram tanto essa garota que literalmente destruíram a vagina da menina.

    E exclusão social é a minha rola. Tá cheio de excluído por aí que se comporta como ser humano, apesar das agruras da vida.

    Deviam fazer um outdoor imenso dizendo: POBREZA NÃO É DESCULPA PARA SAFADEZA, MAL-CARATISMO, FALTA DE EDUCAÇÃO NEM BESTIALIDADE.
    Eu já frequentei a Universal e realmente ninguém é "obrigado" a dar dízimo.

  8. #7

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    Não acredito nisso!

    Os animais agora são os trabalhadores que aproveitaram as oportunidades e enriqueceram, e não o fdp que estuprou, mutilou e matou um casal que acampava pacificamente.

    Eu acho MUITO pouco elçe ter apanhado dos militares. MUITO pouco mesmo, quase nada!

    Deviam banir os direitos humanos do pais, e levar junto a esquerda nojenta.
    Deviam mandar todos esses lixos para Cuba que é o lugar deles.
    Última edição por KiKiLLeR : 18-07-2006 às 13:45

  9. #8

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    Sim, essa escritora e jornalista demente se acha no direito de defender o fdp menor que estuprou e matou aquela menina?

    Se fosse com a familia dela, se a filha dela fosse a menina que foi estuprada por varios dias até ser assassinada (feito o namorado) eu queria ver essa jornalista fdp defender bandido de menor porque q vida é dura e a sociedade exclui e cria a propria violencia que a consome!

    Uma das coisas que eu mais tenho nojo de ser brasileiro é da constituição! (pq não tem pena de morte e menor de idade não responde por seus atos)

    Pense numa vontade de floodar essa demente! (alem de demente é burra.. um artigo publicado atraves de um portal de noticias na internet só é frequentado pela classe media...) meu deus!

  10. #9

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    Citação Citando KiKiLLeR
    Não acredito nisso!

    Os animais agora são os trabalhadores que aproveitaram as oportunidades e enriqueceram, e não o fdp que estuprou, mutilou e matou um casal que acampava pacificamente.

    Eu acho MUITO pouco elçe ter apanhado dos militares. MUITO pouco mesmo, quase nada!

    Deviam banir os direitos humanos do pais, e levar junto a esquerda nojenta.
    Deviam mandar todos esses lixos para Cuba que é o lugar deles.


    http://www.smashleftwingscum.com/
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  11. #10

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    Essa vaca viajou legal, pega esse bandido pra cuidar então... aff

  12. #11

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    Imagine a dor dos país dessa garota. Puta merda. E a banalidade que mataram o namorado dela. (um tiro na nuca)

    País nojento. Tenho vergonha de ser brasileiro. (ver o fdp de menor sendo solto quando completar 21 anos vai ser mais um dia nojento neste país de merda)

    Odeio essa constituição podre!

    (foi mal... to puto)

  13. #12

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    Texto completo:


    A morte da menina rica e o ódio de classe



    A morte de uma menina rica, assassinada no município de Embu-Guaçu, Grande São Paulo, em novembro último, supostamente por uma quadrilha que inclui um adolescente de 16 anos, pobre e morador da periferia do Embu, deixou claro, mais uma vez (até a exaustão, vamos lá), que o Brasil tem dois tipos de cidadão: que o valor de cada coisa – de cada pessoa – é seu preço no mercado, como afirma Josep Ramoneda.

    Está claro que o rabino H. Sobel, ao pedir a instituição da pena de morte no Brasil, só ousou fazê-lo porque a jovem morta, Liana Friedenbach, pertencia à comunidade judaica de São Paulo. A hipocrisia do rabino é flagrante: está claro que ele defende a pena de morte para brasileiros pobres. No seu delírio, o rabino deve ter achado que aqui é uma espécie de Israel – e que a esmagadora maioria dos brasileiros, da classe pobre, é uma espécie de Palestina a ser eliminada da face da terra! Ora, até que ponto se pode chegar?

    Está claro que todo esse rebuliço em torno do assassinato da jovem de 16 anos e de seu namorado, Felipe Caffé, 19, não teria acontecido se a vítima tivesse sido apenas este último, filho da classe média baixa e sem nenhuma “comunidade” forte por trás. Somente por tabela o nome de Felipe foi lembrado em programas de televisão e na tal passeata “contra a violência”, que ocorreu em São Paulo em meados de novembro.

    O negócio mesmo era Liana, cujo pai em desespero pôde mover até mesmo helicóptero para ir a seu encalço. E pôde, com apoio da tal comunidade, ter acesso a todo tipo de mídia, do mais rasteiro programa de televisão da apresentadora Hebe Camargo e seus ares de xaveco fascista a entrevistas de página inteira à nata da imprensa que serve à elite.

    Por acaso a classe alta saiu às ruas para pedir a pena de morte para outra menina rica paulista, Suzane Richthofen, acusada de planejar o assassinato dos próprios pais, junto com o namorado, em 2002? Por acaso a classe alta pediu pena de morte para o também jovem paulista Jorge Bouchabki, acusado (e depois inocentado) em 1988 do assassinato dos pais, no famoso “crime da rua Cuba”?

    O caso de Liana Friedenbach reúne todos os elementos da hipocrisia da elite paulista – esta de nomes estrangeirados, pronta para impor-se, para humilhar e esmagar sob seus pés os espantados “silvas”, “sousas”, “costas” e outros nomezinhos portugueses e “afro-escravos”. O pai da moça, o advogado Ari Friedenbach, empenha-se agora em conseguir mudanças no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Disse a um jornal de São Paulo que a fotografia de R.A.A.C., 16 anos, acusado de matar sua filha, deveria aparecer nos jornais. Disse também que é “radicalmente a favor” da redução da maioridade penal e que “nossos legisladores se fazem de surdos quando a população clama por isso”. Que população? A que “população” se refere o senhor Friedenbach? Eu mesma não me incluo nessa “população”! Aposto que os jovens da periferia, seus pais ou a mãe de R.A.A.C. também não se incluem. A “população” a que ele se refere é a própria comunidade dele (ou grande parte dela), a classe rica, concentradora de renda num dos países mais desiguais do mundo – o Brasil onde um rico ganha trinta vezes mais do que um pobre!

    Uma pesquisa do IPEA publicada em 2001 mostra a ganância e a concentração de renda perpetradas escandalosamente pela elite brasileira: mostra a razão entre a renda dos 20 por cento mais ricos e a dos 20 por cento mais pobres, ou seja, quanto um rico ganha mais do que um pobre em diversos países do mundo. “Platão dizia que esse número tinha que ser 4, ninguém sabe de onde ele tirou o 4, mas ele dizia que o rico tinha que ganhar quatro vezes mais do que os pobres. Na Holanda, um rico ganha 5,5 vezes mais do que um pobre. No Brasil, ganha 25, 30 vezes mais! Nos Estados Unidos, é 10; no Uruguai, também é 10. Então, vê-se aqui o alto nível de desigualdade e a estabilidade dessa desigualdade.”

    Agora vem esse rabino pedir pena de morte no Brasil para crimes hediondos. Nos Estados Unidos, que tem pena de morte, os crimes são cada vez mais “hediondos” – conceito, aliás, sem sentido. O que torna um crime mais “hediondo” que outro? Só se for a classe social da vítima: quando é rica e loirinha, então, o crime é mais hediondo do que se a vítima for um “Pernambuco” qualquer, também de 16 anos, morador do Jardim Ângela ou do Capão Redondo, periferia de São Paulo, morto por outro “Pernambuco” de 16 anos, também sem sobrenome. Todo dia morrem às pencas jovens assassinados por outros jovens nas favelas e aglomerados pobres das periferias das grandes cidades – nem por isso há movimentos pela pena de morte ou pela redução da maioridade penal.

    A elite brasileira vive mesmo fora da realidade. Não tem idéia do ódio que a diferença de classe insufla todo dia nas gerações de jovens pobres que povoam o país de ponta a ponta, que vagam pelas matas ou pelo asfalto das ruas sem nenhuma perspectiva. Esse R.A.A.C. mal tinha freqüentado a escola. Ele supostamente disse à polícia que, ao caminhar pela mata com outro acusado do crime, “avistaram o casal (Liana e Felipe), cuja aparência física destoava das pessoas que normalmente freqüentam o local”.

    O ódio de classe – quem já conviveu com jovens pobres de favelas e periferias conhece esse sentimento. Tudo destoa, humilhando-os, provocando neles desprezo e raiva: a aparência física, a roupa, a escola, a comida, o carro, o jeito, o hospital, o tratamento policial, o enterro. Ora, a polícia de São Paulo jamais iria se bandear daqui para Pernambuco atrás do outro acusado de matar o casal de namorados (em poucos dias encontraram dentro de um ônibus no sertão pernambucano Paulo César da Silva Marques, 32 anos, vulgo “Pernambuco”) se o jovem morto fosse um pernambucanozinho qualquer sem eira nem beira.

    Está clara a hipocrisia. A imprensa não trata da violência que essa desigualdade social imposta diuturnamente aos jovens pobres significa. Não trata desse veneno que a elite brasileira truculenta injeta todo santo dia na veia dos meninos. Jovens como R.A.A.C. sabem que não valem nada no mercado. Eles sabem que não passam de “Pernambucos” condenados ao preconceito de classe, à exclusão total, à humilhação. Eles sabem que nada têm a perder – por isso matam. A vida, para eles, dentro ou fora de uma unidade da Febem ou de uma cadeia não faz muita diferença.

    Da apresentadora de televisão que se julga no direito de matar R.A.A. C. (Hebe Camargo) ao pai de Liana que quer ver o rosto do rapaz estampado nos jornais da elite, passando pelas declarações oportunistas do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) e sua política de segurança fascista (que propõe “endurecer” o ECA), o alvo de todos eles é o mesmo do rabino da pena de morte: o extermínio puro e simples dos jovens pobres. Para que eles continuem, em última instância, a embolsar todo mês trinta vezes mais que qualquer pai maltrapilho e desempregado da favela.

    Eles fazem ouvidos moucos para a mensagem que vem da miséria. O que a “violência” diz hoje no Brasil é que ou seremos todos cidadãos ou ninguém será, ou ninguém viverá a “segurança” almejada pelos ricos. Ou serão todos cidadãos ou ninguém será. As democracias evitam sistematicamente pensar a violência e se limitam a contrapor os bons sentimentos gerais em favor da não-violência, diz Josep Ramoneda. “Se aceitarmos como critério a autonomia do sujeito, o ideal kantiano da emancipação individual, o cidadão é a figura política que corresponde a essa idéia de plenitude da pessoa humana”, afirma o estudioso espanhol. Foi a própria elite brasileira que transformou R.A.A.C. em pessoa-animal. É preciso ser intransigente com essa elite brasileira surda e cega ao ódio de classe que ela insufla. É preciso ser intransigente na defesa dos direitos humanos de R.A.A.C. Direitos humanos, sim, para a pessoa que a elite voraz e devoradora quer transformar em animal a ser caçado a laço e exposto à execração pública e à morte pela justiça popular. Mal sabe ela que R.A.A.C. passava por isso todos os dias – pela execração pública. Mal sabe a elite que exclusão social, tal qual ocorre no Brasil, é igual, sempre foi igual, sinônimo mesmo de “execração pública” e de “pena de morte”.

  14. #13

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    Citação Citando NoWay
    Sim, essa escritora e jornalista demente se acha no direito de defender o fdp menor que estuprou e matou aquela menina?

    Se fosse com a familia dela, se a filha dela fosse a menina que foi estuprada por varios dias até ser assassinada (feito o namorado) eu queria ver essa jornalista fdp defender bandido de menor porque q vida é dura e a sociedade exclui e cria a propria violencia que a consome!

    Uma das coisas que eu mais tenho nojo de ser brasileiro é da constituição! (pq não tem pena de morte e menor de idade não responde por seus atos)

    Pense numa vontade de floodar essa demente! (alem de demente é burra.. um artigo publicado atraves de um portal de noticias na internet só é frequentado pela classe media...) meu deus!

    ta aqui ó

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    se divirta!

  15. #14

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    Citação Citando Don Corleone
    Ele e o camarada dele lá estupraram tanto essa garota que literalmente destruíram a vagina da menina.

    E exclusão social é a minha rola. Tá cheio de excluído por aí que se comporta como ser humano, apesar das agruras da vida.

    Deviam fazer um outdoor imenso dizendo: POBREZA NÃO É DESCULPA PARA SAFADEZA, MAL-CARATISMO, FALTA DE EDUCAÇÃO NEM BESTIALIDADE.


    o q os 2 fizeram com ela... eh foda.. simplesmente acabaram com a menina.... e num foi so eles 2 nao.. foram axo q 3 ou 5 no total.. um ia lah.. ai depois.. outro falava.. vai vc.. e foi indo.. axo q uns 3 dias assim..

    alem do q mataram o namorado com um tiro de espingarda na nuca...
    ORGULHO DE SER, ENQUANTO EU VIVER, ATÉ DEPOIS DE MORRER !!! CORINTHIANS !!!.

  16. #15

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    ECA = Estatuto do Criminoso Anônimo - by Pai do namorado da Liane

    É mesmo que espancaram o R.A.A.C.? (alguém ai tem o nome completo do fdp?) Agora eu estou começando a concordar que esse cara virou mesmo retardado mental.

    See ya! []'s
    Quando eu crescer, quero ser que nem o Walter Röhrl

    ---
    http://ohomemcaricatura.blogspot.com/

  17. #16

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    Tava lendo o testo que o .SPFC.OverGame³ postou... putz, ela viaja totalmente, será que só falam da morte da garota e não do namorado dela, pq ela é de classe média alta e o namorado não? ou sera que é pq ela tinha 16 anos e foi estuprada por uns 5 caras, durante alguns dias?

    Lembro que um dia tava eu e meu pai voltando não sei da onde, aí perto de casa passou um cara apressado e veio falar com a gente pra pedir uma informação... ele tava indo pro programa daquela Marcia Goldshmidt (sei lá como escreve) na Band, e ele tava com umas fotos da filha dela, que foi esquartejada num caso até semelhante a esse, e ele ia lá contar isso... não lembro muito bem do caso pq eu era novo na epóca e não tava interessado em ouvir o que ele tava falando, e isso foi meio rápido tbm, mas lembro que as fotos eram bem fortes

    Quem defende isso tem sérios problemas mentais ou é advogado(a) dos criminosos, só pode...

    http://www.aggio.jor.br/jornal27/champinha.htm
    "Champinha confessou os crimes à polícia, disse que era o mentor do seqüestro e afirmou, sem remorso: 'Matei porque senti vontade de matar.""

  18. #17

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    "...O caso de Liana Friedenbach reúne todos os elementos da hipocrisia da elite paulista – esta de nomes estrangeirados, pronta para impor-se, para humilhar e esmagar sob seus pés os espantados “silvas”, “sousas”, “costas” e outros nomezinhos portugueses e “afro-escravos”...."

    rebato a crítica feita nessa matéria com o refrão de um funk carioca:

    "Era só + um silva que a estrela não brilha, ele era funkero + era pai de família"

    Matar não tem justificativa.
    C.R.VASCO DA GAMA

  19. #18

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    Citação Citando baz
    " Esse R.A.A.C. mal tinha freqüentado a escola. Ele supostamente disse à polícia que, ao caminhar pela mata com outro acusado do crime, “avistaram o casal (Liana e Felipe), cuja aparência física destoava das pessoas que normalmente freqüentam o local”.
    O ódio de classe – quem já conviveu com jovens pobres de favelas e periferias conhece esse sentimento. Tudo destoa, humilhando-os, provocando neles desprezo e raiva: a aparência física, a roupa, a escola, a comida, o carro, o jeito, o hospital, o tratamento policial, o enterro." "É preciso ser intransigente na defesa dos direitos humanos de R.A.A.C. Direitos humanos, sim, para a pessoa que a elite voraz e devoradora quer transformar em animal a ser caçado a laço e exposto à execração pública e à morte pela justiça popular. Mal sabe ela que R.A.A.C. passava por isso todos os dias – pela execração pública. Mal sabe a elite que exclusão social, tal qual ocorre no Brasil, é igual, sempre foi igual, sinônimo mesmo de “execração pública” e de “pena de morte”.

    http://carosamigos.terra.com.br/da_r...ne_felinto.asp

    A Marilene Felinto que vá pra #@$%! que a pariu, pro inferno, pra zona onde ela foi criada......etc.......
    Direitos Humano o caralho que esse assassino merece, merece sim ser executado ou passar o resto da vida enjaulado;
    não é porque ele passou a infância na miséria que ele tem o direito de matar uma menina inocente a facadas.
    Puta hipócrita.
    Se fosse ela na condição de mãe de Liana Friedenbach estaria agora pedindo a morte de assassino.

    Citação Citando KiKiLLeR
    Eu acho MUITO pouco elçe ter apanhado dos militares. MUITO pouco mesmo, quase nada!

    Deviam mandar todos esses lixos para Cuba que é o lugar deles.
    Nesse ponto eu concordo plenamente, devia ter sido executada pelos militares e sido enterrada em uma vala comum. Mais, mais.... devia ter sido estuprada coletivamente, para saber qual a sensação que a menina sentiu nos momentos antes de morrer.
    Última edição por 3rdMillhouse : 18-07-2006 às 14:37

  20. #19

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    "Champinha" a um passo da libertação e ficha limpa....


    [FONT=Arial]A mãe já deixou até a cama pronta à espera do filho que, há um ano, estuprou, desferiu quatorze facadas e degolou a adolescente Liana Friedenbach. Também matou o namorado dela, Felipe Caffé, com um tiro na nuca. Em dezembro, completa 18 anos e poderá sair da Febem. Sem registro de antecedentes criminais....[/FONT]
    [FONT=Arial][/FONT]
    [FONT=Arial][/FONT]
    [FONT=Arial][/FONT]
    O meliante "Champinha" - menor, mas chefe de quadrilha no município de Embu-Guaçu (Região Metropolitana de São Paulo) - está prestes a recuperar a liberdade depois de haver estuprado, esfaqueado e degolado a jovem Liana Friedenbach e morto seu namorado, Felipe Caffé, com um tiro na nuca, há apenas um ano. Em dezembro, ele completa 18 anos de idade e, de acordo com a legislação em vigor, poderá ser libertado.

    Em sua casa, já está tudo pronto para recebê-lo, conforme revelou a revista Isto É, depois de entrevistar a mãe do homicida, que, aos olhos da lei, só pode ser visto como "menor infrator".
    Sob o título "Champinha vai voltar a ser o meu neném", a reportagem diz o seguinte:
    "A cama de madeira que estava jogada nos fundos do quintal foi consertada e já está até arrumada, com travesseiro e lençóis novos. Foi a própria dona da casa, Maria das Graças, quem resolveu colocá-la perto da porta principal, no cômodo de pouco mais de dez metros quadrados que faz as vezes de sala de estar e cozinha. É ali, entre panelas amassadas e quadros com fotos da família, que seu filho, o Champinha, réu confesso do assassinato do casal Liana Friedenbach e Felipe Caffé, irá dormir quando sair da Fundação Estadual para o Bem Estar do Menor, Febem. E isso pode acontecer antes mesmo do que Maria das Graças espera. A partir de 9 de dezembro, quando o criminoso completar 18 anos, sua libertação será apenas uma questão de burocracia. Terá permanecido à margem do convívio social por pouco mais de um ano e, pelas leis em vigor, sairá com a ficha limpa.

    "Champinha está internado na Febem da Raposo Tavares, em São Paulo. Daqui a um mês será removido para outra unidade, provavelmente no Tatuapé. O rodízio tem o propósito de preservar a vida do menor. Desde o crime na cidade de Embu-Guaçu, na Grande São Paulo, ele está jurado de morte pelos próprios internos da instituição. As sistemáticas mudanças de uma unidade para outra o tornam um novato onde chega. Leva sempre algum tempo até que os companheiros de reclusão descubram quem ele é e o que fez. Se por um lado Champinha está acuado, por outro vem recebendo elogios. Seu comportamento é considerado exemplar pelos diretores da instituição. É tido como um dos melhores alunos nas aulas de artesanato, apresenta avanços nas aulas de matemática e nunca se meteu em confusão. Os monitores chegam a considerá-lo um rapaz educado.

    A boa conduta e um relatório recente que atesta um caso típico de retardamento mental moderado podem fazer com que a velha cama de madeira comece a ser usada já no início do ano que vem. Esse laudo técnico, emitido por um psicólogo da Febem, ainda dá conta que Champinha foi coagido a cometer os assassinatos. A mãe do garoto está confiante. "É terrível viver sem a presença do meu filho. Rezo toda noite para que ele seja solto o mais rápido possível", diz ela, que todos os domingo viaja 60 quilômetros para visitar Champinha na Febem. 'Já preparei tudo aqui para a volta dele. Ainda não sei porque ele cometeu aquele crime. Ele é bonzinho, não entendo o que aconteceu na cabeça dele para fazer algo tão horripilante. Mas mesmo assim sou a mãe dele, não vou deixar de amá-lo.'

    "Dona Maria da Graças mora numa pequena casa de alvenaria na periferia de Embu-Guaçu, toda pintada de branco e verde-claro. Ela vive com os outros quatro filhos – Juvenal, Gilberto, Juveni e Tamires. Não há espaço suficiente para todos e Gilberto tem de dormir no quintal, numa rede, entre meia dúzia de galinhas e três cachorros vira-latas.

    "O marido de Maria, Genésio Alves, pai dos cinco filhos, morreu em julho depois de um ano e meio tentando se recuperar de um derrame cerebral.


    A renda da família, por volta de R$ 300, vem do trabalho de Juvenal e Juveni, os únicos que têm emprego. O filho mais velho trabalha ali perto como ajudante numa firma de advocacia, tem uma outra casa nas redondezas e contribui com R$ 200 para o orçamento familiar. Juveni está empregada como secretária, mas só trabalha aos sábados e domingos para cobrir folgas, e por essa razão ganha apenas R$ 100. Os dois quase perderam os empregos depois que o irmão chocou o Brasil ao seqüestrar os estudantes Liana e Felipe, estuprar a menina diversas vezes e matar o casal a sangue-frio com quinze de facadas.

    'Meu filho nunca foi mau, ele era um doce aqui em casa", diz Maria das Graças, que desde a prisão de Champinha toma calmantes regularmente. Acanhada e de poucas palavras, ela parece não ter muita noção do que o filho fez há quase um ano. Sabe que ele se meteu em confusão, fez coisas erradas, mas não parece ter consciência da gravidade dos crimes. 'Quase morri quando soube o que ele fez algo ruim. Mas ele se arrependeu, ele me disse isso lá na Febem. Ainda quero conversar com ele direitinho para saber porque fez tudo aquilo. Mas isso vai ser quando ele estiver livre, dormindo aqui do meu lado. Aí as nossas vidas vão voltar ao normal e ser como eram antigamente. Champinha vai voltar a ser o meu neném.'

    "Pobre e filho de pai alcoólatra, Champinha estudou apenas até a terceira série do ensino básico. Durante boa parte da infância e da adolescência, passava o dia ajudando a mãe no roçado. Quando as convulsões que começou a ter aos 14 anos se agravaram, principalmente pela falta de medicamentos, resolveu sair de casa. Passou então a viver largado pelas ruas, pedindo dinheiro nos semáforos de Embu-Gaçu e prestando serviços a quadrilhas que atuam em desmanches de carros roubados.
    "Apesar de nunca ter passado pela Febem, Champinha é acusado de ter matado pelo menos uma pessoa antes do assassinato de Liana e Felipe. Sempre com um facão na cintura, ele de fato se impunha na região pelo medo que transmitia aos vizinhos. Assaltava e não ficava satisfeito em levar carteiras, bolsas e relógios. Aterrorizava suas vítimas fazendo roleta-russa – colocava a arma na cabeça da pessoa, girava o tambor com apenas uma bala e depois apertava o gatilho. Chegou a cortar parte do dedo de um comerciante que se recusou entregar o dinheiro do caixa durante um assalto.
    "No sábado 31 de outubro de 2003, quando saiu para caçar tatus com o amigo Paulo César da Silva Marques, o Pernambuco, em um sítio abandonado, Champinha avistou uma jovem e bela garota andando distraidamente no meio da mata. Era Liana Friedenbach, de 16 anos, a filha mais velha de uma família de classe média alta, que cursava o segundo ano do ensino médio no tradicional Colégio São Luiz. Na quinta-feira 29 de outubro, ela havia dito aos pais – o advogado Ari e a pedagoga Márcia – que passaria o final de semana no litoral norte de São Paulo com amigas do Shazit, um grupo de jovens ligados à Congregação Israelita Paulista.

    "Perto do local onde Liana perambulava, Felipe Caffé estava armando a barraca em que o casal passaria o fim de semana. Felipe, de 19 anos, cursava o terceiro ano do ensino médio, também no São Luiz, como bolsista. Namorava Liana havia um mês e meio e disse aos pais que no final de semana iria acampar com amigos num sítio em Embu-Guaçu.

    "Assim que avistou o casal naquela tarde de sábado, Champinha planejou assaltá-los. A falta de dinheiro das vítimas o motivou a ficar mais alguns momentos com Liana – que passou a chamar de "minha namorada". Pelas 83 horas e trinta minutos que se seguiriam, vítimas e assassino viveriam um roteiro de brutalidade, violência sexual e insanidade.

    Felipe foi morto às 8h de domingo. Liana acabou sendo degolada na quarta-feira, às 3h. Depois de preso, Champinha confessou os crimes à polícia, disse que era o mentor do seqüestro e afirmou, sem remorso: 'Matei porque senti vontade de matar."

  21. #20

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    Citação Citando baz
    ta aqui ó

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    se divirta!

    juro q vo mandar um email pra essa comuna de merda
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    Assine a Declaração de PRAGA criminalizando o Comunismo.

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  22. #21

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    Linchamento, tudo o que necessário é o endereço de onde esse muleque vai morar, e divulgar na internet.

  23. #22

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    Citação Citando Iraque
    juro q vo mandar um email pra essa comuna de merda

    Já mandei pra essa porca comuna.

  24. #23

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    Hahaha. Ridículo. O título do artigo dessa mulher já é o suficiente para mostrar que ela só não nasceu cubana por acidente, pois esquerdismo está no seu DNA.

    "A morte da menina RICA e o ódio de CLASSE"

    Hahaha. Faz-me rir. Pode até defender esse ou aquele ponto de vista, mas não dessa maneira esculachada e descarada.
    Eu já frequentei a Universal e realmente ninguém é "obrigado" a dar dízimo.

  25. #24

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    Citação Citando Don Corleone
    Hahaha. Ridículo. O título do artigo dessa mulher já é o suficiente para mostrar que ela só não nasceu cubana por acidente, pois esquerdismo está no seu DNA.

    "A morte da menina RICA e o ódio de CLASSE"

    Hahaha. Faz-me rir. Pode até defender esse ou aquele ponto de vista, mas não dessa maneira esculachada e descarada.

    A esquerda é uma escória que tolera qualquer tipo de atrocidade contato que seja cometida pelos "desfavorecidos do sistema capitalista tirânico selvagem".

  26. #25

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    [SIZE=2]Matagal

    Na madrugado do dia 5, Champinha levou a estudante até o matagal, onde tentou degolá-la. Depois, ainda de acordo com a polícia, golpeou a cabeça de Liana com uma peixeira. Quando a estudante caiu no chão, o adolescente ainda desferiu diversos golpes nas costas e no tórax da menina.

    Os corpos das vítimas foram encontrados na última segunda-feira (10). Liana e Felipe mentiram sobre a viagem para os pais. Liana havia dito que iria para Ilhabela, no litoral, com um grupo de jovens da comunidade israelita. A família de Felipe disse que sabia que o rapaz iria acampar, mas acreditava que ele estaria com amigos.

    Envolvimento

    Saiba qual foi o envolvimento de cada um dos acusados no crime, segundo a Polícia Civil:

    - Champinha: idealizou a abordagem ao casal, participou do assassinato de Felipe, abusou sexualmente de Liana, e ofereceu a estudante para Pernambuco e para Agnaldo. Matou Liana a facadas.

    - Pernambuco: participou do sequestro dos estudantes, abusou sexualmente de Liana, matou Felipe com um tiro na nuca e fugiu.

    - Antônio Caetano: dono da casa usada como cativeiro, forneceu alimentos para Liana e Champinha e presenciou atos de violência sexual contra a estudante.

    - Agnaldo Pires: abusou sexualmente de Liana.

    - Antônio Matias: caseiro da primeira casada procurada para servir de cativeiro. Responsável por esconder a espingarda que matou Felipe, ele soube dos abusos sexuais contra Liana, mas não procurou a polícia.[/SIZE]

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