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Duke Nukem Forever - 3 de maio

  1. #51

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    o único duke nukem que joguei foi o time to kill no play1, o clima que o jogo passava era muito estranho e meio depressivo.

    bem que podiam ter feito esse novo em 3a pessoa, tá em falta bons jogos de tiro em 3a pessoa.

  2. Publicidade

  3. #52

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    bem que podiam ter feito esse novo em 3a pessoa, tá em falta bons jogos de tiro em 3a pessoa.
    Deu até vontade de jogar max payne agora.

  4. #53

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    o único duke nukem que joguei foi o time to kill no play1, o clima que o jogo passava era muito estranho e meio depressivo.

    bem que podiam ter feito esse novo em 3a pessoa, tá em falta bons jogos de tiro em 3a pessoa.
    Joguei muito esse duke nukem também, principalmente o MP com os amigos, era show demais.

  5. #54

  6. #55

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    Esse eu vou conferir !

  7. #56

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    Sera que tudo isso nao passa de mais um hoax!?

  8. #57

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    Reparem na caneta Clique para abrir a imagem em nova guia
    Pronto. Só por isso já vão proibir o jogo :P

  9. #58

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    será???? nesta de esperar o duke nuken sair ja foi 10 anos da minha vida.

  10. #59

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    nossa, que screens, QUE screens!
    its time to kick some ass and chew bubble gum!

  11. #60

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    Se for bom de jogar já tá valendo. Esses jogos sem noção é bom pra jogar de noite quando o cara chega de saco cheio em casa e quer relaxar um pouco sem precisar forçar muito os neurônios.


    Eu nunca gostei dos duke nukem por causa da jogabilidade podre, tomara que esse aí seja bom de jogar.

  12. #61

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    Eu nunca gostei dos duke nukem por causa da jogabilidade podre, tomara que esse aí seja bom de jogar.
    Clique para abrir a imagem em nova guia

  13. Publicidade

  14. #62

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    JOGAMOS

    http://www.kotaku.com.br/conteudo/du...essa-cumprida/

    Duke Nukem Forever: uma anomalia em formato de promessa cumprida

    Duke Nukem Forever surge como o pagamento de uma dívida de quase 14 anos e entrega muito do que prometeu. Mas, maravilhas tecnológicas à parte, o jogo que se transformou em mito pode ser decepcionante – o que não significa que ele não seja divertido. Duke Nukem Forever é uma anomalia, o subproduto de uma longa década que ficou para trás.
    Um “strip club” de Las Vegas pode não parecer o melhor lugar para apresentar um jogo aguardado por tanto tempo, mas acabou sendo uma escolha apropriada.
    Existe um chuveiro ali, posicionado estrategicamente entre duas cabines revestidas de veludo falso. No box do chuveiro, um balde com escovas e alguns outros objetos. Eu não passo muito perto – não quero saber exatamente o que tem dentro desse balde, mas não consigo parar de pensar no chuveiro. Ele, assim como as dezenas de TVs de tela plana e Xbox 360 espalhados pela sala, não combina com o resto da decoração. Mas os videogames e os pôsteres vão sair daqui quando o evento terminar, ao contrário do chuveiro, que é uma instalação permanente.
    Depois de me instalar em uma cabine vazia, pego o controle do Xbox 360 e analiso os três níveis de dificuldade disponíveis: Come Get Some, Piece of Cake, Let’s Rock. E eu não penso muito, já que só tenho cerca de 90 minutos para jogar as oito primeiras fases do jogo nessa demonstração.
    De volta às origens

    Duke Nukem Forever começa em um banheiro, a câmera focando uma corrente de urina descendo pelo vaso sanitário. Estou em um vestiário e vejo um quadro na parede com as palavras “Operation Cockblock” e um desenho de um alien feito à mão. Vou até o quadro e, usando as alavancas do controle, rabisco alguma coisa em volta do desenho.
    Um dos soldados elogia o meu plano brilhante, que nenhum de nós entendeu. Saio do vestiário direto para um estádio, onde enfrento a versão real da criatura que estava rabiscada em meus planos.
    O sistema de controles é familiar para qualquer pessoa que já tenha jogado um shooter. Uma alavanca move Duke, a outra controla a visão. Um gatilho atira, o outro dá zoom. Passo alguns minutos fuzilando o alienígena, desviando de seus tiros e pegando munição do chão até que a briga termina.
    E então, a reviravolta: não era o jogo, era um jogo dentro do jogo. Duke Nukem estava jogando um game baseado em sua própria vida. E enquanto ele jogava, duas irmãs gêmeas, “The Holsum Twins”, estavam ali para lhe dar prazer. Elas perguntam se o jogo é bom. E ele responde: “É melhor que seja, caramba. Foram 12 anos, afinal”.
    Esse momento de metalinguagem, de um jogo dentro do outro, traz um certo alívio. Talvez os controles superficiais, os personagens e os cenários com aparência artificial fossem só um “estilo” desse jogo dentro de Duke Nukem Forever, não é mesmo? Não, não eram.
    O mundo de Duke Nukem é muito parecido com os games do mundo de Duke Nukem. As pessoas têm uma aparência robótica, como se fossem manequins articulados, e os cenários são geometricamente muito arrumadinhos. Mas, felizmente, a personalidade de Duke e as piadas certeiras superam rapidamente todo esse estranhamento visual.
    Nos 90 minutos que passei jogando Duke Nukem Forever, fui sendo conquistado aos poucos pelas frases de efeito e pela dinâmica de jogo explosiva. Mas demora para ficar bom.
    Uma questão de honra

    As duas primeiras fases resumem, basicamente, o que eu suspeito que seja todo o roteiro de Duke Nukem Forever. Ele é o salvador da raça humana, o mais popular, o mais famoso, o mais rico do planeta. Mas então os alienígenas chegam a Las Vegas, cidade do nosso herói, e estacionam a nave-mãe sobre o cassino de Duke, The Lady Killer. O presidente dos Estados Unidos e os militares pedem que Duke não faça nada, pois eles estão em “negociação de paz” com os aliens. Quando a situação se complica, sem qualquer explicação, você descobre que os aliens não estão invadindo a Terra, mas roubando as mulheres de nosso planeta. É então que Duke perde a paciência, faz o seu estoque de cerveja, escopeta e esteróides e parte para a guerra.
    É na terceira fase, “The Duke Cave”, que começamos a ver elementos mais incomuns para um shooter. E eu aprendo duas coisas: primeiro, Duke não aguenta muita bebida. Quando ele toma a primeira cerveja, a visão fica borrada, mas ele fica mais resistente. Depois aprendo que Duke pode abandonar suas armas e partir para a ignorância à base de socos turbinados – basta tomar alguns esteróides.
    Mas as fases, a dinâmica de jogo e o visual ainda parecem um pouco parados no tempo. A quarta fase, por exemplo, “The Mothership Battle”, coloca Duke no controle de um canhão gigante com a missão de derrubar a nave-mãe inimiga, mas sem deixar a arma esquentar muito. Na quinta fase, “The Lady Killer”, temos o reencontro com o raio encolhedor, que transforma nosso herói em um bonequinho. Então a fase se resume a pilotar um carrinho de controle remoto, desviando de inimigos e de destroços do cassino enquanto você tenta escapar de lá.
    Bobeira contagiante

    É na missão The Lady Killer Part 2 que eu percebo, de repente, que estou gostando bastante do jogo que inicialmente julguei como “muito simples, com visual superficial”. São os pequenos detalhes, como o fato de a “vida” de Duke ser medida pelo seu ego. Você não recupera energia usando kits de primeiros-socorros, mas, sim, olhando no espelho, levantando peso e fazendo atividades do gênero.
    Também existem os jogos dentro do jogo, como a incrível máquina de pinball, e o retorno de alguns “puzzles”, coisa que não vemos com muita frequência em jogos como Call of Duty e Medal of Honor.
    Mas o que realmente me conquistou foi como o caráter bobo do jogo, com as frases de efeito, piadinhas e caracterização exagerada de Duke, fez com que eu agisse de uma forma igualmente boba. E de repente eu me via criando minhas próprias frases de efeito ao explodir um bando de aliens. E eu, inexplicavelmente, acabei me divertindo com uma lata de lixo. Fiquei atirando essa lata na cara do general quando ele apareceu para fazer seu discurso. Lata de lixo na cara. Lata de lixo na cara. Lata de lixo na cara. Isso me diverte, e pouco importa se o general nem reage aos meus ataques. É como uma gargalhada particular, um humor que revela a “criança adulta” em mim.
    Quando chego na última fase da demo, “Vegas in Ruin”, estou curtindo como nunca, sem me preocupar com os personagens rasos, com a falta de uma boa história ou com o fato de todos os mapas serem um labirinto para cobaias de laboratório.
    E quando meu teste termina, com uma cena envolvendo testículos, eu realmente queria continuar jogando. Duke Nukem Forever é o que se esperaria de algo que está sendo feito por cerca de 13 anos? Muito provavelmente, não. Mas valeu a espera? Para fãs de Duke Nukem, provavelmente valeu.
    *Duke Nukem Forever (PC, PS3, Xbox 360) está sendo desenvolvido pela Gearbox Software e tem lançamento previsto pela 2K Games para 3 de maio de 2011.

  15. #63

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    ja da pra notar q o jogo vai ser dividido entre os entusiastas da epoca do DOS e os que acham que COD é o melhor que um FPS pode ser.

  16. #64

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    Sim, na época não entendia uma vírgula de inglês, e os jogos dele eram meia boca se tirasse o styleson.

  17. #65

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    Entrevista mt interessante sobre o Duke. Dpois dessa entrevistas minhas expectativas aumentaram bastante!

    http://www.gametrailers.com/video/re...v#comments_top

    Vendo esse video eu percebo q se o jogo tivesse sido lançado a um tempo atras ele seria o melhor da decada pq varios elementos no jogo sao quase inexistente em outros ateh hj como interação com tudo, humor, putaria e etc

    Broussard nunca lançou o jogo pq era perfecionista. Tudo q ele via de legal em outros jogos ele queria por no Duke, o q acontecia no mundo real ele queria por alguma satira no Duke e isso foi indo e foi indo e o jogo nunca fico pronto porcausa disso tb

    Tem uma piada interna na 3D REALMS q era pras pessoas impedirem do Broussard jogar outros jogos pq td q ele via ele parava td pra inserir em algum lugar no game.




    PS: Nao sei colar video da GT em formatinho de video no forum

  18. #66

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    Clique para abrir a imagem em nova guia

    http://www.gearboxity.com/content/view/606/36/

    You want it. You need it. Now, we're bringing it. Introducing the Duke Nukem Forever Balls of Steel Edition.
    Arriving alongside the standard editions of Duke Nukem Forever on May 3, 2011 (North America) and May 6, 2011 (International), the Balls of Steel edition represents a must-have for those who have been awaiting the return of the King and will be available for Xbox 360, PlayStation 3 and Windows PC.
    In addition to a copy of the legendary shooter, the Duke Nukem Forever Balls of Steel Edition includes:

    • Collectible bust of the greatest alien ass-kicker of all-time
    • Numbered, limited-edition certificate of authenticity
    • 100-page hardcover book: The History, Legacy & Legend: Duke Nukem Forever Art from the Vault
    • Duke Nukem Forever postcard series
    • Duke Nukem Forever radioactive emblem sticker
    • Duke Nukem Forever collectible comic book
    • Duke Nukem Forever foldable paper craft
    • Duke Nukem Forever poker chips
    • Duke Nukem Forever mini-card deck
    • Duke Nukem Forever radioactive emblem dice

    Priced at $99.99, the Duke Nukem Forever Balls of Steel Edition will be available exclusively through GameStop and Amazon in the United States. Quantities will be limited, so be sure to pre-order as soon as you can!
    Editado por frasson em 11-02-2011 às 13:49

  19. #67

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    JOGAMOS

    http://www.kotaku.com.br/conteudo/du...essa-cumprida/

    Duke Nukem Forever: uma anomalia em formato de promessa cumprida

    Spoiler:
    Duke Nukem Forever surge como o pagamento de uma dívida de quase 14 anos e entrega muito do que prometeu. Mas, maravilhas tecnológicas à parte, o jogo que se transformou em mito pode ser decepcionante – o que não significa que ele não seja divertido. Duke Nukem Forever é uma anomalia, o subproduto de uma longa década que ficou para trás.
    Um “strip club” de Las Vegas pode não parecer o melhor lugar para apresentar um jogo aguardado por tanto tempo, mas acabou sendo uma escolha apropriada.
    Existe um chuveiro ali, posicionado estrategicamente entre duas cabines revestidas de veludo falso. No box do chuveiro, um balde com escovas e alguns outros objetos. Eu não passo muito perto – não quero saber exatamente o que tem dentro desse balde, mas não consigo parar de pensar no chuveiro. Ele, assim como as dezenas de TVs de tela plana e Xbox 360 espalhados pela sala, não combina com o resto da decoração. Mas os videogames e os pôsteres vão sair daqui quando o evento terminar, ao contrário do chuveiro, que é uma instalação permanente.
    Depois de me instalar em uma cabine vazia, pego o controle do Xbox 360 e analiso os três níveis de dificuldade disponíveis: Come Get Some, Piece of Cake, Let’s Rock. E eu não penso muito, já que só tenho cerca de 90 minutos para jogar as oito primeiras fases do jogo nessa demonstração.
    De volta às origens

    Duke Nukem Forever começa em um banheiro, a câmera focando uma corrente de urina descendo pelo vaso sanitário. Estou em um vestiário e vejo um quadro na parede com as palavras “Operation Cockblock” e um desenho de um alien feito à mão. Vou até o quadro e, usando as alavancas do controle, rabisco alguma coisa em volta do desenho.
    Um dos soldados elogia o meu plano brilhante, que nenhum de nós entendeu. Saio do vestiário direto para um estádio, onde enfrento a versão real da criatura que estava rabiscada em meus planos.
    O sistema de controles é familiar para qualquer pessoa que já tenha jogado um shooter. Uma alavanca move Duke, a outra controla a visão. Um gatilho atira, o outro dá zoom. Passo alguns minutos fuzilando o alienígena, desviando de seus tiros e pegando munição do chão até que a briga termina.
    E então, a reviravolta: não era o jogo, era um jogo dentro do jogo. Duke Nukem estava jogando um game baseado em sua própria vida. E enquanto ele jogava, duas irmãs gêmeas, “The Holsum Twins”, estavam ali para lhe dar prazer. Elas perguntam se o jogo é bom. E ele responde: “É melhor que seja, caramba. Foram 12 anos, afinal”.
    Esse momento de metalinguagem, de um jogo dentro do outro, traz um certo alívio. Talvez os controles superficiais, os personagens e os cenários com aparência artificial fossem só um “estilo” desse jogo dentro de Duke Nukem Forever, não é mesmo? Não, não eram.
    O mundo de Duke Nukem é muito parecido com os games do mundo de Duke Nukem. As pessoas têm uma aparência robótica, como se fossem manequins articulados, e os cenários são geometricamente muito arrumadinhos. Mas, felizmente, a personalidade de Duke e as piadas certeiras superam rapidamente todo esse estranhamento visual.
    Nos 90 minutos que passei jogando Duke Nukem Forever, fui sendo conquistado aos poucos pelas frases de efeito e pela dinâmica de jogo explosiva. Mas demora para ficar bom.
    Uma questão de honra

    As duas primeiras fases resumem, basicamente, o que eu suspeito que seja todo o roteiro de Duke Nukem Forever. Ele é o salvador da raça humana, o mais popular, o mais famoso, o mais rico do planeta. Mas então os alienígenas chegam a Las Vegas, cidade do nosso herói, e estacionam a nave-mãe sobre o cassino de Duke, The Lady Killer. O presidente dos Estados Unidos e os militares pedem que Duke não faça nada, pois eles estão em “negociação de paz” com os aliens. Quando a situação se complica, sem qualquer explicação, você descobre que os aliens não estão invadindo a Terra, mas roubando as mulheres de nosso planeta. É então que Duke perde a paciência, faz o seu estoque de cerveja, escopeta e esteróides e parte para a guerra.
    É na terceira fase, “The Duke Cave”, que começamos a ver elementos mais incomuns para um shooter. E eu aprendo duas coisas: primeiro, Duke não aguenta muita bebida. Quando ele toma a primeira cerveja, a visão fica borrada, mas ele fica mais resistente. Depois aprendo que Duke pode abandonar suas armas e partir para a ignorância à base de socos turbinados – basta tomar alguns esteróides.
    Mas as fases, a dinâmica de jogo e o visual ainda parecem um pouco parados no tempo. A quarta fase, por exemplo, “The Mothership Battle”, coloca Duke no controle de um canhão gigante com a missão de derrubar a nave-mãe inimiga, mas sem deixar a arma esquentar muito. Na quinta fase, “The Lady Killer”, temos o reencontro com o raio encolhedor, que transforma nosso herói em um bonequinho. Então a fase se resume a pilotar um carrinho de controle remoto, desviando de inimigos e de destroços do cassino enquanto você tenta escapar de lá.
    Bobeira contagiante

    É na missão The Lady Killer Part 2 que eu percebo, de repente, que estou gostando bastante do jogo que inicialmente julguei como “muito simples, com visual superficial”. São os pequenos detalhes, como o fato de a “vida” de Duke ser medida pelo seu ego. Você não recupera energia usando kits de primeiros-socorros, mas, sim, olhando no espelho, levantando peso e fazendo atividades do gênero.
    Também existem os jogos dentro do jogo, como a incrível máquina de pinball, e o retorno de alguns “puzzles”, coisa que não vemos com muita frequência em jogos como Call of Duty e Medal of Honor.
    Mas o que realmente me conquistou foi como o caráter bobo do jogo, com as frases de efeito, piadinhas e caracterização exagerada de Duke, fez com que eu agisse de uma forma igualmente boba. E de repente eu me via criando minhas próprias frases de efeito ao explodir um bando de aliens. E eu, inexplicavelmente, acabei me divertindo com uma lata de lixo. Fiquei atirando essa lata na cara do general quando ele apareceu para fazer seu discurso. Lata de lixo na cara. Lata de lixo na cara. Lata de lixo na cara. Isso me diverte, e pouco importa se o general nem reage aos meus ataques. É como uma gargalhada particular, um humor que revela a “criança adulta” em mim.
    Quando chego na última fase da demo, “Vegas in Ruin”, estou curtindo como nunca, sem me preocupar com os personagens rasos, com a falta de uma boa história ou com o fato de todos os mapas serem um labirinto para cobaias de laboratório.
    E quando meu teste termina, com uma cena envolvendo testículos, eu realmente queria continuar jogando. Duke Nukem Forever é o que se esperaria de algo que está sendo feito por cerca de 13 anos? Muito provavelmente, não. Mas valeu a espera? Para fãs de Duke Nukem, provavelmente valeu.
    *Duke Nukem Forever (PC, PS3, Xbox 360) está sendo desenvolvido pela Gearbox Software e tem lançamento previsto pela 2K Games para 3 de maio de 2011.
    huahuahuauahua cara esse jogo vai ser muito divertido.

  20. #68

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    nunca curti a unreal engine, também nunca me empolguei sobre o duke forever, apesar de ter jogado muito o duke 3d, inclusive lembro que tinha uma fase da chuva q meu pc da época peidava naquela fase, eu tinha ms-dos com windows 3.11 Clique para abrir a imagem em nova guia

  21. #69

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    holy shyt, eu quero essa collectors dae!

    nunca quis nenhuma edicao especial, mas essa eu quero!

  22. #70

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    Sim, na época não entendia uma vírgula de inglês, e os jogos dele eram meia boca se tirasse o styleson.
    E o q isso tem a ver com jogabilidade?

    Vc jogou Duke3D com qtos anos? Po vc entrava em boate, dava dinheiro pras minas, mijava, jogava sinuca, explodia predio, pegava latinha de refrigerante da maquina, quebrava espelho (primeiro jogo com espelho!), po o jogo era irado pra kct! Sem contar na primeira fase q tinha um cinema erotico! E antes de DUke3d só doom reinava, e o cenario era um labirinto apocaliptico, nao existia jogo de fps com cenario urbano!

    E a jogabilidade? Putz, mesmo jogando soh com o teclado eu fazia miseria no MP!

    Cara, seu argumento é invalido, desculpa...

  23. #71

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    Se for bom de jogar já tá valendo. Esses jogos sem noção é bom pra jogar de noite quando o cara chega de saco cheio em casa e quer relaxar um pouco sem precisar forçar muito os neurônios.


    Eu nunca gostei dos duke nukem por causa da jogabilidade podre, tomara que esse aí seja bom de jogar.
    What the fuck?

    lolz Clique para abrir a imagem em nova guia
    olha os trailers cara, tem muita coisa imitada de outros jogos, como vc acha que alguem conseguiria copiar tanto da 3drealms se dnf sempre se manteve nas escuras, com 1 ou 2 pics a cada 2 ou 3 anos,
    depois de tanto tempo, chegaram a falar que o jogo sequer existia, se tratando apenas de algumas cutscenes e mapas jogaveis...
    Cara, a cada post sua situação só faz piorar. É melhor parar antes que a fama de orelhudo se espalhe pra além desse tópico.
    Editado por LeftHandOfGod em 11-02-2011 às 19:47

  24. #72

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    E o q isso tem a ver com jogabilidade?

    Vc jogou Duke3D com qtos anos? Po vc entrava em boate, dava dinheiro pras minas, mijava, jogava sinuca, explodia predio, pegava latinha de refrigerante da maquina, quebrava espelho (primeiro jogo com espelho!), po o jogo era irado pra kct! Sem contar na primeira fase q tinha um cinema erotico! E antes de DUke3d só doom reinava, e o cenario era um labirinto apocaliptico, nao existia jogo de fps com cenario urbano!

    E a jogabilidade? Putz, mesmo jogando soh com o teclado eu fazia miseria no MP!

    Cara, seu argumento é invalido, desculpa...

    hehehe, tranquilo. Acho que eu joguei quando ele já era velho, pq joguei no super nintendo e depois N64. Nunca pra pc. Acho que quando joguei já era antigo demais pra gostar.

    Muito quadradão o controle dele. Parecia que eu tava pilotando um ônibus jogando no controle do console.

  25. #73

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    hehehe, tranquilo. Acho que eu joguei quando ele já era velho, pq joguei no super nintendo e depois N64.
    Num tinha Duke3d pra SNES ¬¬"

    E realmente, jogar o Duke3D hj em dia só para entusiastas. Mas o jogo continua excelente!

  26. #74

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    Num tinha Duke3d pra SNES ¬¬"

    Ah, deve ter sido no play1 então. Mais tarde do que pensei. Clique para abrir a imagem em nova guia

  27. #75

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    DUKE FTW!

    Queria MUITO o pack.


    Vale 99 OBAMAS so pelo NOME Clique para abrir a imagem em nova guia

    Duke Nukem Balls of Steel Edition.

    Rí alto aqui quando eu lí isso Clique para abrir a imagem em nova guia

    Unreal Engine RLZ.

    Tem tudo pra ser o jogo do Ano !

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