Carrefour não mata mais cachorro, mata gente

  1. #701

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    Citação Citando Dr Castor Ver mensagem
    Demita um negro preguiçoso e veja a mágica do racismo acontecer, não se esqueça do assédio com as mulheres, a gordofobia e afins.
    A questão é é que isto vai se resolver por si só: nas seleções, dirão qualquer bobagem sobre não ter vagas e depois contratarão quem não for te dar dor de cabeça.

    As empresas que deixarem por conta dos RH da vida somente serão lindas vítimas, porque é um povo que contrata por qualquer motivo, menos capacitação real.

    Quando a diretoria de uma empresa grande começar a zelar pela seleção do RH ela mesma diretamente depois de muito apanhar desta turma, vão sentir na pele o que é realmente os efeitos do "racismo" e "preconceito", e não este "mimimi" vitimista que dizem que sofrem hoje.



    Citação Citando Isaac Ver mensagem
    homossexuais são tratados como bandidos mesmo não sendo há séculos,
    Verdade.

    Rússia, China e até os revolucionários de Cuba sempre fizeram isto mesmo.
    Última edição por RNP : 25-11-2020 às 23:00

  2. # Publicidade
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  3. #702

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    Citação Citando Cesar Romero Ver mensagem
    /ignore Isaac posts
    /denounce Isaac threads
    Tem que banir quem quota ele, isso sim.

  4. #703

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    Citação Citando Cesar Romero Ver mensagem
    /ignore Isaac posts
    /denounce Isaac threads
    Acabei de dar ignore, não é possível que esse cara acredite em algo no que escreve, creio que seja uma troll muito carente por atenção. É impossível defender incontáveis crimes cometidos pelo comunismo/socialismo com tanto cinismo.
    It's easier to fool people than to convince them that they have been fooled.Mark Twain

  5. #704

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    Citação Citando Proper Ver mensagem
    Se enveredamos por esse caminho estão vamos excluir praticamente toda a população brasileira (centro-oeste, nordeste, norte e sudeste, principalmente).
    Vc não pode alegar consequências dos argumentos temerários que vc mesmo cria. Arrume um caso melhor. Eu não discuto o racismo no caso Carrefour, mas pra quem quer discutir falácias dos outros, não deveria trazê-las.

    Eu não dissocio pelo efeito, mas pela causa, em nenhum momento defendi os seguranças e seus atos foram contrapeso, mas sim que a vítima pela personalidade "errática" (sic) contribuiu de sobremaneira para a sucessão de eventos que lhe ocorreram.
    Não interessa se a pessoa mereça. O que importa é se os agentes fizeram o que fizeram razoavelmente por causa da ficha dele. Isso sem falar no abuso de um supermecado acessar a ficha* antes.
    O fato do Fernandinho Beira Mar ser o dono de um cartão de crédito não significa que a operadora pode subtrair valores.
    O fato do cara ser um marginal e até mesmo de merecer morrer não significa que o supermercado tem "créditos" junto a sociedade para cotas de violência. Se tiver, nos avise. Os tribunais e presídios custam uma fortuna!
    As atitudes dele no dia podem fazer parte dos "elementos" do juízo sobre a cuestão. Se ele ameaçou, se ele agrediu (ou chamou pra briga primeiro, por receber ofensas?). Mas não fatos pretéritos. Mas como fazer juízo se os vídeos internos não tem áudio?


    *Ou correrem para exbir depois. O que só demonstraria o aluguel da força policial por instituição privada.
    Última edição por Justice : 25-11-2020 às 23:50

  6. #705

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    Citação Citando Lopan Ver mensagem
    Pronto, agora dois imbecis despreparados matam um cara negro, logo em Porto Alegre, o estado que já é o mais racista do Brasil.
    cara de onde vc tirou essa informação? Do fim do seu sistema digestivo?

    so pra começar, porto alegre nao é estado

    agradeço se parar de falar merda.

    obrigado

    paçar ben
    Sometimes the hand of fate must be forced.

  7. #706

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    carai velho so de ler essa resposta já confirma q vc precisa de um psiquiatra pra ontem


    até um coach de como viver bem já ajuda
    Sometimes the hand of fate must be forced.

  8. #707

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    pronto, chegou os adevogados

    ja podemos encerrar o tropico

    nos vemos na proxima
    Citação Citando Dision Ver mensagem
    Acho que, pra isso ter qualquer valor como prova (se é que isso importa), vão ter que cruzar data, hora e IP da máquina que criou ou leu o rascunho (será que o GOOGLE guarda isso?) com uma imagem de uma das duas usando a tal máquina naquele mesmo dia e horário. Difícil, heim?!

  9. #708

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    A Defensoria Pública do RS pede indenização de R$ 200 milhões para a Rede Carrefour e o Grupo Vector de Segurança, pela morte de João Alberto Silveira Freitas, cidadão negro assassinado por seguranças brancos no estacionamento de uma unidade da rede varejista, no dia 19, véspera do Dia da Consciência Negra.

    200 fucking milhões. Acho que deveriam adicionar mais um zero para dar bilhão.

  10. #709

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    Citação Citando Demented Ver mensagem
    Acabei de dar ignore, não é possível que esse cara acredite em algo no que escreve, creio que seja uma troll muito carente por atenção. É impossível defender incontáveis crimes cometidos pelo comunismo/socialismo com tanto cinismo.
    acredita.....que convive com individuos da mesma cepa sabe que é muito plausível estas posturas.....é a postura histórica da esquerda latino americana...não surpreende.

  11. #710

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    Citação Citando Thais Carla Ver mensagem
    A Defensoria Pública do RS pede indenização de R$ 200 milhões para a Rede Carrefour e o Grupo Vector de Segurança, pela morte de João Alberto Silveira Freitas, cidadão negro assassinado por seguranças brancos no estacionamento de uma unidade da rede varejista, no dia 19, véspera do Dia da Consciência Negra.

    200 fucking milhões. Acho que deveriam adicionar mais um zero para dar bilhão.
    Você falou bilhão?


    fotomemedoAtilaIaraMugindo.jpeg
    Jaceguara
    Um, dois, três quatro, seu Jair comprou sapato!
    Quatro, três, dois, um, seu Jair comprou mais um!

  12. #711

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    Citação Citando GokuSSJ Ver mensagem
    Já começa errado de atacarem o Carrefour e não os caras que reagiram ao soco do cliente.

  13. #712

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    Citação Citando Thais Carla Ver mensagem
    A Defensoria Pública do RS pede indenização de R$ 200 milhões para a Rede Carrefour e o Grupo Vector de Segurança, pela morte de João Alberto Silveira Freitas, cidadão negro assassinado por seguranças brancos no estacionamento de uma unidade da rede varejista, no dia 19, véspera do Dia da Consciência Negra.

    200 fucking milhões. Acho que deveriam adicionar mais um zero para dar bilhão.
    Acredito que calcularam esse valor baseado no quanto este cidadão teria produzido em sua vida caso continuasse vivo.

    Não. Peraa ele era aposentado.

    Não. Peraa (2). Aposentado gera receita ?

    Não. Peraa (3). Segundo um candidato em SP. Sim. Então tá tudo "serto"

    200 kk. É pouco.

  14. #713

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    Agora vem a pergunta mais importante de toda essa história: será que a mulher do Betinho já fez o pudim de pão?

  15. #714

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    Citação Citando Thais Carla Ver mensagem
    A Defensoria Pública do RS pede indenização de R$ 200 milhões para a Rede Carrefour e o Grupo Vector de Segurança, pela morte de João Alberto Silveira Freitas, cidadão negro assassinado por seguranças brancos no estacionamento de uma unidade da rede varejista, no dia 19, véspera do Dia da Consciência Negra.

    200 fucking milhões. Acho que deveriam adicionar mais um zero para dar bilhão.
    É processo coletivo para tratar de dano moral coletivo. Valor até é baixo, no processo da Vale passou de bilhão.
    Ele escolheu dinheiro em vez de poder - um erro que quase todos desta cidade cometem. Dinheiro é mansão no bairro errado, que começa a desmoronar após dez anos. Poder é o velho edifício de pedra, que se mantém de pé por séculos.

    Frank Underwood

  16. #715

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    Hmm, comparou o dano coletivo de um desastre ambiental com esse dano coletivo do Carrefour? Hmmm

  17. #717

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    Defensoria Pública pode se dar o privilégio de lançar essas teses, não paga custas, não vai pagar sucumbência e por ai vai. Risco zero, marketing 1000%
    Ele escolheu dinheiro em vez de poder - um erro que quase todos desta cidade cometem. Dinheiro é mansão no bairro errado, que começa a desmoronar após dez anos. Poder é o velho edifício de pedra, que se mantém de pé por séculos.

    Frank Underwood

  18. #718

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    Citação Citando Argusk Ver mensagem
    Defensoria Pública pode se dar o privilégio de lançar essas teses, não paga custas, não vai pagar sucumbência e por ai vai. Risco zero, marketing 1000%
    É porque eles não tem milhões de outras ações realmente sérias para cuidar.

  19. #719

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    Citação Citando ktulu Ver mensagem
    Agora vem a pergunta mais importante de toda essa história: será que a mulher do Betinho já fez o pudim de pão?
    No céu tem pão?

  20. #720

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    Citação Citando RNP Ver mensagem
    A questão é é que isto vai se resolver por si só: nas seleções, dirão qualquer bobagem sobre não ter vagas e depois contratarão quem não for te dar dor de cabeça.
    .
    Joke's on you. Já faço isso há anos.

    "achamos alguém mais alinhado ao perfil... "

  21. #721

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    Testemunhas do Carrefour apontam Beto como criador de confusões frequentes.

    Testemunhas que prestaram depoimento esta semana descreveram o cliente João Alberto Silveira Freitas, 40, como alguém que costumava criar confusões e aparentar embriaguez nos corredores do supermercado Carrefour da zona norte de Porto Alegre. Ele teria importunado um grupo de clientes e andado descalço pela unidade, além de provocar seguranças com frases aparentemente sem sentido, segundo relatos. Advogados da família e da companheira de Beto criticam os depoimentos, que seriam colocados como forma de justificativa para o homicídio ocorrido na semana passada.

    Quatro pessoas prestaram depoimento — um cliente e três funcionários da rede de mercados — entre terça-feira (24) e quarta-feira (25) e relataram o comportamento de Beto e a importunação a outras pessoas. Esse episódio anterior à morte dele já era comentado nos corredores da unidade do Carrefour, a tal ponto de duas funcionárias relatarem à polícia terem "ouvido falar" disso por colegas, sem, de fato, presenciar.

    Beto, como era conhecida a vítima, foi morto após ser espancado por dois seguranças — Magno Braz Borges, 30, e o policial militar temporário Giovane Gaspar da Silva, 24, na última quinta-feira (19) no estacionamento da unidade. Na última terça-feira (24), a polícia prendeu mais uma pessoa pelo crime, a agente de fiscalização do Carrefour Adriana Alves Dutra, 51 anos.

    Após saber da morte de Beto, o cliente importunado por ele procurou a polícia — o nome dele será preservado pela reportagem — e prestou depoimento na última quarta-feira (25). O homem contou que foi ao hipermercado comprar um celular para si e um presente à neta, acompanhado por familiares.

    O cliente foi abordado por João Alberto, que "se aproximou por trás e, sem que fosse percebido, envolveu seu pescoço em um dos braços", conforme trecho do depoimento. Beto teria falado alguma coisa que o cliente não entendeu direito, que "acredita que tenha sido 'vende um celular para esse cara que ele é um dos nossos'", complementou a testemunha.

    Na sequência, Beto teria colocado a mão no bolso traseiro do cliente, no qual estava a carteira dele. "Motivo pelo qual reagiu desferindo um empurrão em João Alberto, pedindo que se afastasse", segundo depoimento. Logo após, Beto tentou mexer nos óculos de grau do genro do cliente que "reagiu cerrando e erguendo os punhos, alertando João Alberto que se desse continuidade ao seu ato o agrediria".

    O advogado do pai de Beto, Rafael Peter Fernandes, observa que já teve acesso a "informações de questões anteriores", que ainda estão sendo apuradas pela polícia. Sobre as confusões relatadas em depoimentos, afirma que isso "não tem nada a ver com o fato que aconteceu [a morte de Beto após espancamento] — desavenças ou qualquer desentendimento, mesmo que seja comercial em relação a ele e a empresa, não altera a questão da responsabilização civil e criminal".

    Testemunhas narram incômodos e provocações
    O cliente disse que Beto havia "passado dos limites" e pediu que fosse embora. Para a polícia, o homem frisou que acreditava que "João Alberto estivesse alcoolizado ou sob efeito de alguma droga". A filha do cliente procurou os vigilantes, que passaram a acompanhá-lo. Inicialmente acreditaram que Beto estivesse com eles e, por isso, acabaram não intervindo.

    No mesmo dia em que o cliente procurou a polícia, um segurança também foi ouvido na condição de testemunha na delegacia — a identificação dele também será preservada pela reportagem. Ele estava no Carrefour em 17 de novembro e relatou que ouviu pelo rádio da central de segurança que havia um cliente "causando certo distúrbio dentro da loja" e que, logo após, foi em direção à seção de eletrônicos.

    No espaço reservado aos televisores, o segurança foi abordado por Beto que "começou a falar coisas totalmente sem nexo" como "então tu gosta de matar pessoas" e que Beto teria jogado as mãos para trás e virado seu corpo, dizendo "me leva...me leva". Em seguida, Beto afirmou que era uma brincadeira e estendeu a mão para cumprimentá-lo.

    Logo após, percebeu quando João Alberto se aproximou de um cliente e disse para que ele " pagasse pelas suas compras".

    Olhar perdido e frases sem sentido

    O segurança se aproximou e percebeu que Beto "estava com os olhos bem estalados e que, quando a vítima tirou a máscara para falar com o depoente, ele viu uma crosta de pó branco fixado em uma das narinas; que dadas as evidências, confirmou que o mesmo estaria sob efeito de cocaína e álcool (possivelmente)", segundo trecho de depoimento. Não há menção em outros depoimentos sobre a aparência do nariz da vítima ou o suposto uso de cocaína.

    O advogado Fernandes negou histórico de dependência química de Beto. "O que eu vejo, é que agora, considerando vazamento das informações, os seguranças estão prestando depoimentos para desqualificar a vítima, estão tentando justificar o injustificável, estão fazendo uma compensação que qualquer atitude pretérita mereceu a agressão como a forma que foi."

    O segurança pediu para Beto se afastar dali, pois estava invadindo o espaço das pessoas e importunando outros clientes. "João Alberto ficou olhando-o com olhar perdido e falou mais um monte de coisas sem sentido", contou o segurança. Beto estava acompanhado da enteada e da esposa, Milena Borges Alves, 43 anos, ao qual o segurança pediu para retirá-lo do mercado.

    Procurada pelo UOL, a advogada da esposa de Beto disse que não iria comentar sobre essas situações. "Para nós isso não é relevante, o que o Beto fez e deixou de fazer não nos interessa. Eles (os seguranças) estão no direito deles de defesa deles", complementou.

    Dias antes de morte, novo incidente

    Quatro dias antes de Beto ser morto, houve outro incidente. Apenas um fiscal de loja relatou a situação — é o homem que aparece em gravações falando para João Alberto "não faz cena" e que "a gente te avisou da outra vez", enquanto estava sendo imobilizado.

    O funcionário relatou que em 15 de novembro Beto "esteve no supermercado bastante alterado, especificando estar supostamente embriagado. Recorda-se que a vítima chegou a andar descalço no estabelecimento. Além disso, ele fazia gestos de arma de fogo com a mão, forçando o abraço em outros clientes", conforme depoimento.

    A partir daí, um segurança do mercado passou a acompanhar Beto, que foi em direção à esteira rolante e foi embora.

    ---


    Parabéns aos envolvidos, acho que escolheram o pior caso possível para discutir racismo.

  22. #722

    Padrão

    "Beto".

    Inventaram até de chamar mau caráter por apelido carinhoso.

    Se bem que quem tem apelido em noticiário policial geralmente é bandido mesmo.

    É cada uma, olha.

  23. #723

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    Citação Citando Demented Ver mensagem
    Pelo histórico criminal que este cara tinha, sua morte provavelmente foi um mal necessário. E não, ele não era negro, foi apenas abduzido pela pauta esquerdista paradisíaca por pura conveniência, quiseram transformar este marginal em um George Floyd tupiniquim, e infelizmente, conseguiram.

    Mal necessário é algo real, as duas bombas atômicas jogadas no Japão mataram milhares, mas pouparam milhões de vidas caso fosse necessária uma invasão terrestre nas ilhas principais do Japão.
    Você sabe que não foi a bomba atômica e sim o medo de Stalin e seu exército enforcarem o imperador japonês (depois de terem botado pra quebrar na Manchúria) que fez o Japão se render né? Bomba por bomba as convencionais já tinham feito um dano absurdo no Japão
    Citação Citando Demented Ver mensagem
    já me peguei vendo videos de chapeiros fazendo lanches no YT
    Citação Citando Magus Mustang Ver mensagem
    servidor público por mim não ganhava mais que um salário mínimo
    Citação Citando Baskiat Ver mensagem
    vc eh meu pai

  24. #724

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    Citação Citando Felipe Ver mensagem
    Você sabe que não foi a bomba atômica e sim o medo de Stalin e seu exército enforcarem o imperador japonês (depois de terem botado pra quebrar na Manchúria) que fez o Japão se render né? Bomba por bomba as convencionais já tinham feito um dano absurdo no Japão
    Sim, esta é outra possibilidade, mas ainda acredito que as bombas atômicas foram mais relevantes na rendição japonesa.
    It's easier to fool people than to convince them that they have been fooled.Mark Twain

  25. #725

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    ja enterraram o cara
    não virou nada pro carrefour
    nenhum quebra quebra
    fiquei na seca de garantir umas tvs e xbox na faixa, mas
    #blacklivesnotmatterinbrazil

    pode fechar o tópico, moderação
    que ele cumpriu bem o papel de qualquer outra coisa em 2020
    gerar expectativas furadas

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